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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Palestra Prof. Clécio Bunzen


Material usado em Palestra do prof. Clécio em 09.04.2013
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Pacto – abertura palestra do professor Clécio Bunzen                                                                                                              Breve registro

Clécio é professor responsável pelo Projeto Trilhas no estado de São Paulo e diz que Campinas ainda não assinou adesão ao programa que inclui jogos e livros de literatura infantil para os 1os anos.
A formação para um representante de cada cidade será dias 22 e 23 de maio .
O outro, que nos faz cada vez mais humano, nos impele ao uso da escrita e da leitura.
A Política pública do PNLD induziu, nos últimos 10 anos, entrassem nas escolas, livros com mais textos de circulação social  (menos cartilhescos) e propondo mais escrita para as crianças.
Conceito de gênero do discurso nos ajuda a pensar e produzir a circulação de gêneros.
Pra a pergunta:
- Como se ensina?
Temos muitas respostas!
A pergunta:
- Como se aprende?...
É recente. A fazemos por conta do desenvolvimento dos estudos da psicologia infantil.
Precisamos nos perguntar:
- Como se aprende a oralidade?
- Como se aprende o uso de parágrafos?...
Estas perguntas exigem uma formação que não temos naquela recebida nas faculdades de pedagogia. Nenhum curso de Pedagogia dá conta.
Há que se estudar uma amplidão de conhecimentos lingüísticos e não só...
O que vê do material do Pacto?
  1. Trabalho sistemático com o SEA e o uso social de diversos textos.
  2. A avaliação dos alunos nos ajuda na definição do planejamento.
Como avaliamos?
As hipóteses de escrita nos ajudam em UM tipo de registro para UMA questão a ser trabalhada com as crianças, que nos iludem... Vemos que as crianças avançam nas hipóteses e nos “sentimos tranqüilas”, pensando “eles estão crescendo...” E como avaliamos a apropriação da pontuação? O desenvolvimento da oralidade? Qual o registro para estas formas de avaliação?
  1. A organização de diferentes modos de organização do trabalho pedagógico. Isto é sistematizar o ensino. Daí as sequências didáticas nos ajudam. Não podemos preencher tempo e apresentar diversas atividades diferentes sem objetivos e diálogos entre os materiais.
  2. Discutir a alfabetização como processo e não como produto. Nesta discussão trazer as produções da profª Ana Luiza Smolka é fundamental. Autora que quase não aparece, se é que aparece, nos materiais do Pacto. Isso indica concepções diferentes de alfabetização. Esta análise deve ser feita para sabermos de onde falam as autoras e quais concepções estamos discutindo e pq esta e não outra prevalece no material.
Da cultura escrita:
A escola deve constituir-se como uma comunidade aprendente, com uma comunidade de práticas: como produzimos junt@s materiais que circulem para além dos muros da escola?
Como a cultura do impresso circula na escola? Que usos fazemos do material impresso: dicionários, listas telefônicas, catálogos, gibis, revistas, jornais, cartazes, folders, enciclopédias (novas, com belas imagens!)...?
Como a cultura do manuscrito circula na escola? Cartas, bilhetes...
Como interagimos com a cibercultura na escola? Blogs, buscas na internet, envio de emails... Há uma situação didática descrita no texto das diretrizes, p. 86. Vivemos hoje a “cultura do comentário”... isso chega na escola?
O processo de alfabetização se constitui em uma relação cultural, histórica e sociocognitiva com um sistema de escrita alfabética

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