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quarta-feira, 26 de junho de 2013

9o. encontro - Planejamentos...

Trabalho em grupo: Gilda, Fabiana e Mafê

Aspectos que consideramos ao fazer:
  • Plano anual
  • Planejamento de aula
  • Rotina
Um exemplo destas reflexões, realizadas no encontro de hoje:

Revendo os conteúdos e estratégias no trabalho com Ciências e Língua Escrita.

Pautamos nosso plano anual dos livros didáticos e nas diretrizes, sem desconsiderar o envolvimento das professoras e alunos nos temas a serem estudados.

Conversando no espaço da aula do PNAIC, revemos nosso plano e da mesma maneira dinâmica com que planejamos nossas aulas, revimos, pelo segunda vez, nosso plano para segundo e terceiro trimestre.

Discutimos então a necessidade de trabalharmos mais com o conteúdo “animais”, por sua versatilidade e possibilidade de produção de textos que circulem não só entre os 3os., mas por toda a escola.

Assim, revimos também os gêneros destinados ao trabalho com a língua escrita.

Diminuímos o trabalho com textos jornalísticos que aparecia nos três trimestres e inserimos o trabalho com textos informativos e científicos.

Faremos um levantamento de interesse dos tipos de animais e classificá-los junto aos alunos e alunas e dividirmos grupos de animais entre os 3os.

Produziremos fichas técnicas de animais e textos informativos que ficarão disponíveis para pesquisa na biblioteca.

Da rotina semanal.

Entram na rotina o uso de diferentes materiais áudio visuais, uso de enciclopédias, 

Destinaremos pelo menos um dia semanal para escrita coletiva de fichas: do texto informativo para ficha e da ficha para o texto.

Imaginamos então , que pelo menos dois dias semanais serão destinados à este projeto.

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Os demais grupos partiram de pontos de partida diferentes:
Umas partiram da análise das diagnósticas para o planejamento, outras das diretrizes.
Algumas escolas tem seu currículo já feito antes das diretrizes.
A maioria das escolas trabalham com temas para estudo para escola toda.
Palavras como 'temas' e 'projetos' apareceram muito.





quarta-feira, 19 de junho de 2013

8o. encontro - 19 de junho

Discussão da jornada.

Quando ampliamos a jornada ampliamos o quê? Mais trabalho? Mais janelas? 
Ou temos a possibilidade de estudo e reconfiguração dos tempos de trabalho com as crianças. 
Qual a mudança que queremos e podemos implementar com a ampliação da jornada que reduz o tempo individual de cada docente no trabalho direto com  as crianças, mas amplia o tempo de trabalho pedagógico com as crianças. Aposto que coletivamente podemos oferecer um educação de maior qualidade para as crianças.
A discussão da jornada esbarra nas questões envolvidas no debate da escola de período integral, da organização dos tempos pedagógicos.
Comentamos das propostas absurdas que sugerem mais de 40 horas semanais para o trabalho docente.
ressaltei algo que tem me inquietado muito: o quanto não estudamos. Pensar em professores que não estudam...Que não conseguem sustentar em suas práticas coletivas escolares espaços e tempos de estudo... é triste.

Leitura deleite:
Livro de outra versão, digitalizado:
https://picasaweb.google.com/colecoesinfantis/OCasoDoBolinho#5346452653836118210

Retomada das discussões a partir das tarefas enviadas.
Vera traz falas das professoras do vídeo sugerido para uma das tarefas: quais são os contextos na rede de Campinas que se parecem com aqueles narrados nos vídeos com as crianças filhas da arquiteta e da professora?
Fizemos um debate em torno desta ideia de que as "realidades" diferentes afetam de maneira diferente o aprendizado das crianças.
Juliana trouxe a experiência do GERES e o conceito de "valor agregado" para dizer do quanto as escolas localizadas em bairros com população de baixa renda apresentam grande crescimento se comparamos o que as crianças sabiam quando entraram na escola e depois de um processo de escolarização.

"Toró de parpite":
 O que é planejar? Em uma palavra:

  • organizar
  • preparar
  • repensar
  • sistematizar
  • desafiar
  • diálogo
  • definir ações
  • projetar
  • prever
Leitura da obra de Esher, pensando no planejamento:


A mão lembra poder
Renata: As mudanças são difíceis pq queremos segura o conhecimento:
Antônia: será que a gente quer ou querem que  gente segure?

A esfera reflete o contexto ... O planejamento está implicado no cotidiano.


Lembra ditadura...
Sobe e ao mesmo tempo desce...



                                                          Flexibilidade...

Vídeos: Aspectos do planejamento escolar, Revista Nova Escola
             Magda Soares - sobre práticas de alfabetização


Aula que vem iniciaremos em grupo, para análise de planejamento.
Para dia 26/06 trazer rotina semanal.
Para dia 3/7- sondagem para discussão do SEA.
Escolher um texto para leitura deleite.




terça-feira, 18 de junho de 2013

Tarefa 1 - de Término da UNIDADE 1

 Tarefa 1

Na Unidade 1 dos cadernos do PNAIC, discutimos três temas:

- Currículo;
- Alfabetização e Letramento;
- Avaliação.

Para sintetizá-los pense sobre: 

Uma dúvida,
Uma certeza,
Uma reflexão.

     Temos muitas dúvidas permeadas por reflexões que, como faz todo leitor, extrapolam o que nos traz os textos. 
      Por conta da organização do projeto piloto da Escola de Educação e Período Integral, tenho vivido uma imersão em reflexões sobre a organização do trabalho pedagógico no âmbito do coletivo da escola e não somente da sala de aula. Daí as questões vinculadas à maneira com nos organizamos, como corpo docente em diálogo com a comunidade escolar para planejarmos o currículo e os processos de avaliação são grandes.
     Uma dúvida para mim seria: Como sistematizar e ter crenças e objetivos de trabalho coletivos explícitos com tão pouco tempo e dedicação para estudo NA escola?
     Como, nós professoras, nos constituímos estudantes e pesquisadoras de nosso fazer para avançarmos em trabalhos conjuntos e de qualidade?
     Para mim a qualidade não está só relacionada ao que registramos em nossas avaliações. Penso que uma escola que exclui e “ensina” aos seus alunos que eles “pouco servem” para o estudo não é de qualidade. Aqui, digo da maneira como temos restringido o poder de ação das crianças nas escolas. Como é raro que as crianças que “dão mais trabalho” ( em termos de ensino e de indisciplina) descubram-se bons produtores de conhecimento e cultura em âmbitos diferentes daqueles hegemônicos na escola.
       Então, retomo a pergunta: Como fazer para avançarmos em trabalhos conjuntos e de qualidade?
     Tenho cada vez mais certeza de que nem todo trabalho de qualidade com leitura e escrita cabe em “folhinhas” a serem coladas nos cadernos. E penso: como terá sido o registro da professora de Ed. Infantil de Campinas, citada na página 11 do Caderno 1 do ano 3, que percebeu ao escrever uma carta coletiva para outra turma que as crianças se reconheciam como leitoras: “que eu achei muito legal ter vindo deles é que eles disseram “A gente lê”, isto é, não é a professora que lê, mas é: “A gente que lê”.
      Como registramos o aprendizado da capacidade de síntese necessária ao leitor que compara textos apreendida nos momentos de leituras compartilhada e coletiva?
     Um grande questão e que vivo a me debater em aula á a construção de instrumentos de avaliação que considerem o olhar das crianças para seu crescimento e para o trabalho realizado.
      Tenho investido tempo e esforço em pensar na produção de portifólios. Sem seguir manual algum. Talvez esse nem seja o nome dele ao final do processo. Penso em um “lugar” onde diferentes registros do trabalho caibam. O texto sobre avaliação do Caderno 1 ano 3, respalda esta desejo, na página 23:
A avaliação pelas crianças, sem dúvida, pode favorecer bastante a possibilidade de rever estratégias didáticas e posturas que ssumimos em sala de aula. Incluir as próprias crianças nos processos de avaliação é também uma forma de levá-las a desenvolver compromissos com suas próprias aprendizagens. Downing e Fijalkow (1984), ao discutirem sobre a importância de os estudantes participarem de diferentes etapas do processo educativo, afirmam que “a criança encontra-se na clareza cognitiva quando sabe que aprende, quando sabe o que aprende, por que aprende e como aprende” (In: BERNARDIN, 2003, p. 132).