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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

21o. Encontro

Leitura para deleite e análise:
A aldeia que nunca mais foi a mesma.
Coluna Ciência e Sociedade, do Jornal Folha de São Paulo, de 19.05.1984

Lemos o texto por partes, fazendo inferências a respeito do tema e da composição da narrativa.
O que entendemos do texto? é uma conto? Onde se passa?
A aldeia é só de mulheres?
No fim do texto, Rubem Alves, diz porque trouxe o reconto do texto de Gabriel Garcia Marques, mas não diz literalmente. Pela data do Jornal, inferimos que seja pela morte de Tancredo Neves e pelo movimento das Diretas.

Em um segundo momento, analisamos as atividades de planejamos com uso de diferentes gêneros.
Listamos os gêneros mais usados no três anos.
1o. ano:
cantiga
Bilhete
Lista
Contos
Gráfico
Tabela
Quadrinha
Receita

2o. ano:
contos de fadas
Receita
Fábula
Bilhete
Texto informativo
debate
Lista
Teatro

3o. ano

contos de fadas
lendas
fábulas
cartas
ficha técnica
diário
anúncio
memórias
H.Q. Questões que surgiram do debate:
Quadra de verso, parlenda, poema, poesia... O que difere estes tipos de texto? São, todos, gêneros diferentes?

Reescrita, reconto, refacção: o que difere um conceito do outro? O conceito de refacção foi trazido pela Gilda, do material da Kátia Smolle, do MATEMA.

Penso, cada vez mais, que toda lista de conteúdos colocada por ano em guias, diretrizes e afins, amarra o trabalho dificultando a produção autoral da aula por parte dos docentes, que tomam avaliações como parâmetro para o planejamento. Quando criamos "listas" de conteúdos a serem dados por ano, pensamos em conteúdos a serem avaliados por ano, quando não os pensamos por trimestre. Assim, o diálogo com as demandas das crianças, suas características, modos e lógicas de vida e comportamento ficam "estreitadas" pelas demandas que buscam unificar o trabalho em nome da garantia de uma qualidade questionável.
Penso: Como corpo docente que não só recebe "instruções" de organização do trabalho pedagógico, quando entenderemos como um trabalho de qualidade aquele que valoriza os sujeitos envolvidos como produtores de cultura e conhecimento?
Quando o grupo de crianças e seus familiares serão reconhecidos como sujeitos que devem participar da elaboração dos planos de trabalho pedagógico?
Qual a diferença entre produção de texto e redação?
A primeira coisa que nos vem à mente é dizer que não trabalhamos mais com redação, pensando que este tipo de texto passa pelo pedido de escrita totalmente fora de contexto.
Juliana trouxe um slide baseada em texto do prof. Wanderley Geraldi, onde coloca que a produção de textos surge de uma necessidade, em um contexto significativo:
ter o que dizer
ter razão para dizer
ter para quem dizer
assumir-se como locutor, como sujeito que diz o que diz para alguém, responsabilizando-se pelo seu dizer;
escolher estratégias usando linguagem para realizar (gênero, vocabulário, organização textual.)

Já a redação
é produzida apenas para a escola
a partir de situações artificiais
geralmente presa a modelos rígidos
sem motivação do vivido, sem razão real para justificar o dizer para alguém.

Fizemos uma discussão.Ainda lemos a necessidade de motivação real para escrita com a necessidade de um "grande projeto".Difícil compreendermos a escola como comunidade que produz textos para deleite, análise, comunicação, expressão... Que lê e escreve para si e para o outro e não apenas para exercitar esta ou aquela habilidade...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

20o. Encontro

Leitura deleite feita pela professor Rosa
Peça Infantil, de Luis Fernando Veríssimo.

Retomando cronograma.

6.11 - elaboração do trabalho para Seminário Final.
Ler as orientações
A organização poderá ser em grupos, duplas ou individuais
3.12 - Seminário
Renata apresenta seu portfólio feito no programa power point.
Renata escolhe tirinhas para iniciar reflexões e organizará um slide final, juntando todas as imagens de capas de livros lidos nos momentos de leitura deleite.
Gênero textual: Natureza da informação ou conteúdo Nível da linguagem (formal , culta...)cada área do conhecimento há um predomínio de gêneros.
Para pensar atividades:
Leitura
Oralidade
Construção escrita
Análise

A partir do debates sobre gêneros a questão das variações da língua na oralidade se fez presente. É correto corrigir regionalismo? Quando? Uma professora por de ter falas marcadas por regionalismos?
Coloquei minha opinião, que é aceita por algumas colegas, por outras percebo que não.
O debate das falas marcadas por regionalismos precisa ser feita com os estudantes.Precisam saber do preconceito e assim podem se posicionar em locais diferentes, defendendo seus modos de falar e agir e criando estratégias para que não sejam oprimidos na relação com autoridades e detentores de poder.

Atividade em grupo.
Listem gêneros textuais relacionados as esferas de circulação de discurso.
No campo das artes:
Poesia
Letras de músicas
Roteiros (teatral e de filmes)
Literatura de Cordel
história em quadrinhos
Contos

Gêneros trabalhados o 3o.ano:


  • Fábulas (leitura e reescrita)
  • Texto jornalístico
  • Textos informativo (leitura e produção escrita)
  • Texto de divulgação científica (leitura e produção escrita)
  • Cartas
  • Diário (leitura e produção escrita)
  • Receita
  • Contos

Cada grupo expôs possibilidades de gêneros que circulam em diferentes esferas:
Publicitária
Escolar
Jornalística
Científica
Cotidiana
Política

Em nosso debate , percebemos que alguns gêneros transitam em diferentes esferas culturais.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A questão étnica surgida da partilha de livros... mais umas Pipocas...

Lembrei destes escritos meu...
Em branco e preto


Episódio 1[1]

Estávamos nos organizando (ou tentando![2]) para sair da sala, era hora do lanche. Na porta, na frente da turma, S. me agarrava pressionando com força o queixo contra a minha barriga (como faz desde que a conheci) e eu dizia que não era para me abraçar assim, que eu já tinha dito que não gostava, que isso me machucava e que estava com cólica naquele dia...
P. olhou para S[3] e disse:
- Você nem é branca!
Eu, assustada, perguntei:
- E o que tem a ver o fato de ela não ser branca e querer me apertar? Quer que eu peça para ela te apertar assim?...
Paulo imediatamente respondeu:
- Ela é negra!
E antes que eu disse algo....
- Eu sou negro! – disse pulando!
Eu continuei...
- Então..? Qual é o problema?
Enquanto falava eu o cutucava e o apertava. S começou a apertá-lo também... Ele ria e pedia para que parássemos..
Encerrei a conversa/brincadeira dizendo
- S é negra, linda e adora apertar as pessoas...
S. diz
- Ai, ai... todo muuundo diz que sou linda!

Episódio 2

        P. canta, canta, canta todo o tempo, quando não canta, fala, fala, fal...
        No início do ano eu tinha dó de pedir que parasse de cantar. A música é tão presente na vida dele, que até em uma das rodas de conversa sobre o que tinham feito no fim de semana ele disse para turma
        - Eu cantei!
        É claro que esta frase veio em meio à muitas outras! Ele sempre faz mil coisas no fim de semana!
        Hoje já não penso duas vezes em pedir que pare de cantar e falar um pouco...
        Um dia depois do “episódio”  ocorrido entre eu, ele e S. ele trabalhava cantando...
        - Eu sou um negro gato...


Episódio 3

        Nos último dias do mês de maio perdemos uma amiga, que foi estudar em outra escola. Em sua última roda de conversa conosco ela se despedia.
        P disse que agora que Jaque iria embora ele poderia convidar um amigo para fazer parte da turma. Disse que já tinha falado sobre isso com a mãe dele...
        - O Cadú pode namorar a T., ele é negro!
        Tamires é uma menina da turma, negra.
        Eu perguntei porque Cadú não poderia ter uma namorada branca.
        Ele responde que branco não gosta de feijoada e a Tamires só faria feijoada pra ele!
        Eu, mais confusa do que nuca com os “links” que eles fazem, perguntei:
        -Meu deus! E o que a feijoada tem a ver com isso?
 Outras crianças entraram na conversa. M. disse que não namoraria quem faz feijoada!
Muitos outros começaram a opinar sobre feijoada, outros já trouxeram mais ‘pratos’ para a conversa ... Contendo o alvoroço eu disse que conversaríamos mais sobre isso e prometi leituras de histórias que pudessem nos ajudar  a falar mais sobre nossa cor de pele e sobre como escolhemos as pessoas que são mais próximas da gente, nossos amigos, namorados...

Episódio 4

        Eu estava de costas, no fundo da sala arrumando material para a próxima atividade enquanto as crianças iam sentando e comentando como tinha sido a aula de Educação Física, muitas delas esbaforidas!
        Em poucos minutos ouço assobios, palmas  e gritos: Ele é preto! É preto! Muitas risadas, em tom de sarro...
        Olho para trás e vejo P de cabeça baixa e sem camisa.
P. ao tirar o moletom, tirou a camiseta junto...
Eu furiosa ‘rasgo’ a sala e chego à frente dela já falando alto e brava! Disse à eles que tomassem mais cuidado ao se referirem ao corpo dos colegas, que cor da pele, de olhos, tamanho de nariz, cabelo ou qualquer outro ‘jeito’ de ser das pessoas nunca é motivo de sarro. Disse que nosso corpo conta a nossa história... e  comecei uma conversa com a pergunta: Por que somos diferentes? De onde vem esta diferença que existe entre a gente? Por quê tantos tons de pele existem em nossa turma? E ainda cutuquei, dizendo que para mim era difícil olhar para a turma e dizer quem não era negro... (todos passam a olhar para os próprios braços...)
P. respondeu que a pele dele veio da África!
Dias depois encontrei com a mãe de P. no portão e pedi que entrasse um pouco, perguntei rapidamente se alguém da família dela fazia parte do movimento negro, se a cor da pele era tema de conversa entre eles e expliquei que este assunto era muito importante e forte para P. Ela disse que a professora da ‘creche’ fez um trabalho durante o ano passado com este tema e que ele se compara muito com os colegas e se incomoda por usar óculos (o que eu já tinha percebido)...


Episódio 5

        Tempos juninos... conversávamos sobre a relação campo-cidade, para muitos a palavra “roça” era novidade, para outros, parte da própria história de vida. Elaborei uma atividade de leitura com uma lista de profissões, eles deveriam circular aquelas fundamentais para comunidades que vivem do trabalho com a terra.
        “Profissões” era também uma palavra nova para muitos. Conversei com eles e elas usando a típica pergunta: “o que você quer ser quando crescer?”
Muitos meninos querem ser mecânicos, motoristas, pilotos de fórmula 1, um quer ser pedreiro (“ Quero construir casa, quando passo e vejo, eu gosto... Eu gosto de ver”), dois querem ser professores... P. quer ser ‘médico de olhos’.
As meninas querem ser médicas, professoras, enfermeiras...só N. e T. não quiseram dizer nada. Ao perguntar pela terceira vez à T (lembram? Ela é a menina que poderia ser a namorada do Cadú – amigo de P) se ela não imaginava o que faria quando adulta, Mn responde ‘em seu lugar’: Empregada!
Eu perguntei por que empregada e ele disse que ela tem cara de empregada.


Episódio 6

        Na porta da sala, no retorno do recreio, D. pára e começa a tocar os ombros dos amigos e amigas dizendo:

        - um branco
        - um negro
        - um branco
        - um negro...

Episódio 7

        A prô buscou livros que trouxessem o tema tão presente na turma, de jeitos diferentes. Na última terça-feira lemos “As tranças de Bintou[4]”, de Sylviane A. Diouf (texto) e Shane W. Evans (ilustrações), tradução de Charles Cosac.
        Durante a leitura, as crianças reconheceram na personagem principal, características marcantes de T., incluindo os “birotes” que tanto chateavam a personagem.Mafê -bintoucapa
        Diziam, carinhosamente, que Bintou parecia T.
        Ao fim da leitura, P. perguntou se não poderíamos fazer com este livro o que fizemos uma vez com a “Chapeuzinho Vermelho”: improvisar um teatrinho.
Eu disse que a idéia era ótima e que poderíamos fazer mais: conhecer melhor a história e montar um filminho, filmar a brincadeira.
Muitos comemoravam a idéia, outros não gostaram e entre os comentários alguns diziam : A T. vai ser a Bintou!
Perguntei se ela toparia. Ela disse que não.
Imediatamente M., branquinho, dos olhos amendoados e castanhos claros, com cabelo escorridíssimo, diz que gostaria de ser a Bintou!
       




[1] Os episódios a seguir ocorreram na segunda quinzena do mês de maio

[2] Sair e entrar na sala, montar ou desmontar grupos, começar ou encerrar uma atividade, iniciar uma história é sempre um graaande processo! Tudo acontece ao mesmo tempo, em ações que se multiplicam em segundos, como cantar, cutucar o colega, empurrar, dançar, engatinhar ou imitar o andar de algum bicho. Múltiplas possibilidades de locomoção!
[3] P é um menino e S uma menina, ambos negros.
[4] “Uma menina que vive na África sonha ter tranças longas, enfeitadas com pedras coloridas e conchinhas, como as de sua irmã mais velha e de outras mulheres de seu convívio.
O livro elege a fantasia como valor capaz de recobrar o sentido mais profundo da infância. Suas belas ilustrações e os personagens bem delineados são capazes de trazer ao leitor uma visão da cultura africana, permitindo, assim, repensar também a cultura brasileira”
retirado do site: <http://www.cosacnaify.com.br/loja/detalhes.asp?codigo_produto=479 >
em 13/06/1008.
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Lembrei também do filme:
As aventuras de Azur e Asmar

Azur e Asmar foram criados por Jeanne, mãe de Asmar. Um, louro de olhos azuis; outro, moreno de olhos pretos. Os meninos crescem juntos, como irmãos, encantados pelas histórias sobre a Fada dos Djins. A partida de Jeanne separa os dois meninos abruptamente. Já adultos, eles se reencontram. Dessa vez como rivais na busca pela Fada, que os leva a atravessar o reino encantado do Maghreb, repleto de perigos e aventuras.

18o. encontro

Iniciamos o encontro com a partilha dos materiais disponibilizados nos portfólios.
Músicas, poesias, tirinhas, alimentaram as reflexões das colegas nos registros dos encontros.
Compartilhamos destas reflexões.

Silvia questiona o uso de materiais em palestras e cursos como vídeos em que aparecem crianças de classe média, com amplo acesso a leitura, para dizer de práticas leitoras.

Comentamos que  estes materiais, apesar de , muitas vezes, distantes dos contextos de trabalho que vivenciamos, nos toca no sentido de apontar possibilidades de interação que possam ser criadas por nós, entre as crianças e seus familiares.
No link a baixo, um dos vídeos citados em nosso diálogo: 

Juliana (cursista) nos traz sua primeira experiência de produção de grupos de saberes e comenta a polêmica que deu quando apresentou ao grupo de professoras com dois grupos que tinham a mesma hipótese de escrita. Compartilha conosco as atividades que ofereceu às crianças para o trabalho com o "salto" de hipóteses e com ortografia.

Isnary, construiu um portfólio com características de diário. Nos trouxe um áudio com a leitura realizada por uma criança da educação especial que frequenta suas aulas, mesmo não sendo matriculada em sua turma.
A aluna não interagia muito com a turma em que estava matriculada, até o ano passado. Passava muito tempo fora de sala. isnary compartilhou conosco o trabalho que vem realizando com esta criança.

Juliana (O.E.) nos coloca que em novembro retomaremos os registros do perfil do grupo de alunos.
Devemos, aos poucos, preencher a tabela , atualizando-a.

Iniciamos a partilha de leituras que mais gostamos.
Silvia traz a sinopse de "Orgulho e preconceito", de Jane Austin


                                          Rosa traz um livro de Kaká Werá Jacupe
                                           As Fabulosas Fábulas de Iauaret
   







Medo de quê?, de Flávia Cortes

                                                 " A sábia sabiá", de Eugênio Brito. (bom para trabalhar pontuação)
                                                    

Crissie partilha conosco história de Janusz Korkzak.
“QUANDO EU VOLTAR A SER CRIANÇA”
Sugere ainda: Como amar uma criança.

Minhas sugestões de leitura...
... parada em frente a minha prateleira de livros não consegui escolher um...
Por conta do debate em torno de textos que geram alguma identidade entre as crianças, resolvi que de tudo o que trouxe, o livro a Rua é Livre, de Kurusa e Monika Doppert.
Este livro chamou minha atenção na biblioteca da escola onde trabalhava, pelas suas ilustrações.
A História é inspirada em fatos reais, vividos por crianças moradoras de uma favela em Caracas, na Venezuela. E foi exatamente as imagens da favela, que me encantaram. Raridade na literatura, ainda mais colocada de maneira despretensiosa, como cenário... sem  exageros ou depreciações.
Conta a aventura de crianças que se organizam e mobilizam a comunidade em que vivem para a construção de um parquinho para as crianças, em um terreno baldio.
O livro pode ajudar na discussão das mudanças de paisagens nos grandes centros urbanos, da polêmica entre o que é dever do estado ou da sociedade na criação e cuidado com espaços de uso público, das relações entre as crianças em situações de direitos negados...








Questionário sobre circulação de materiais escritos na escola


INDICADORES DE AUTO-REGULAÇÃO DA LEITURA NA ESCOLA[1]

Indicadores
SIM
NÃO
1-Existe espaço permanente na escola para exposição dos trabalhos dos alunos?


2-Os alunos, professores e funcionários apresentam interesse em ler os murais da escola?


3-Os materiais de leitura estão ao alcance das crianças que podem ler livremente em horários vagos?


4-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para os alunos?


5-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para os funcionários da escola?


6-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para a comunidade (pais, visitantes etc.)?


7- Os professores lêem livros literários todos os dias para os alunos?


8- Nas salas de aulas existem materiais afixados nas paredes dando informações sobre o que os alunos estão aprendendo?


9- Os alunos levam livros para ler em casa?


10- Os murais da escola são afixados na altura das crianças e com letras legíveis para a sua leitura.


11- A comunidade escolar participa de momentos de leitura na escola?


12- Na sala dos professores existe jornal, revistas ou livros literários disponíveis para a sua leitura?


13- O diretor e demais funcionários costumam realizar leitura para os alunos?


14- Os materiais expostos nos murais da escola são trocados periodicamente?


15- Os materiais expostos nos murais da escola apresentam diferentes propósitos (informar, divertir, consultar, apreciar etc.)?


16- Existem murais na escola específicos para determinado público (professores, funcionários, pais etc.?


17- Existe identificação escrita de fácil acesso ao leitor nas salas e nos diferentes espaços da escola com placas e avisos informativos?


18- Existe espaço na escola destinado exclusivamente à leitura (salas de leitura ou biblioteca)?


19- Os espaços destinados exclusivamente a leitura são incorporados na rotina escolar dos alunos?


20- O acervo de literatura, enciclopédias, revistas é muito mais amplo do que exemplares de livros didáticos antigos?


21- Existe um acervo bibliográfico na escola com gêneros variados?


22- Existe um acervo bibliográfico na escola de boa qualidade?


23- Existe algum evento escolar específico na escola para promover a formação leitora dos alunos e comunidade (feira do livro, sarau literário etc.)


24- Os textos expostos nos murais são selecionados considerando a qualidade literária?


25- Os textos expostos nos murais são selecionados considerando a variedade de gêneros?


26- Os alunos podem participar da elaboração dos murais?


27- Os murais favorecem que os alunos e funcionários coloquem em jogo as práticas habituais dos leitores: escolher o que ler, comentar com colegas, indicar a leitura para os outros, apreciar um bom texto...





[1]Material elaborado a partir do Relatório do Projeto “Escola, Leitura e escrita"  no Município de Vassouras-RJ, 2008 pela PUC-RJ a pedido do Programa Escola que Vale / CEDAC