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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

18o. encontro

Iniciamos o encontro com a partilha dos materiais disponibilizados nos portfólios.
Músicas, poesias, tirinhas, alimentaram as reflexões das colegas nos registros dos encontros.
Compartilhamos destas reflexões.

Silvia questiona o uso de materiais em palestras e cursos como vídeos em que aparecem crianças de classe média, com amplo acesso a leitura, para dizer de práticas leitoras.

Comentamos que  estes materiais, apesar de , muitas vezes, distantes dos contextos de trabalho que vivenciamos, nos toca no sentido de apontar possibilidades de interação que possam ser criadas por nós, entre as crianças e seus familiares.
No link a baixo, um dos vídeos citados em nosso diálogo: 

Juliana (cursista) nos traz sua primeira experiência de produção de grupos de saberes e comenta a polêmica que deu quando apresentou ao grupo de professoras com dois grupos que tinham a mesma hipótese de escrita. Compartilha conosco as atividades que ofereceu às crianças para o trabalho com o "salto" de hipóteses e com ortografia.

Isnary, construiu um portfólio com características de diário. Nos trouxe um áudio com a leitura realizada por uma criança da educação especial que frequenta suas aulas, mesmo não sendo matriculada em sua turma.
A aluna não interagia muito com a turma em que estava matriculada, até o ano passado. Passava muito tempo fora de sala. isnary compartilhou conosco o trabalho que vem realizando com esta criança.

Juliana (O.E.) nos coloca que em novembro retomaremos os registros do perfil do grupo de alunos.
Devemos, aos poucos, preencher a tabela , atualizando-a.

Iniciamos a partilha de leituras que mais gostamos.
Silvia traz a sinopse de "Orgulho e preconceito", de Jane Austin


                                          Rosa traz um livro de Kaká Werá Jacupe
                                           As Fabulosas Fábulas de Iauaret
   







Medo de quê?, de Flávia Cortes

                                                 " A sábia sabiá", de Eugênio Brito. (bom para trabalhar pontuação)
                                                    

Crissie partilha conosco história de Janusz Korkzak.
“QUANDO EU VOLTAR A SER CRIANÇA”
Sugere ainda: Como amar uma criança.

Minhas sugestões de leitura...
... parada em frente a minha prateleira de livros não consegui escolher um...
Por conta do debate em torno de textos que geram alguma identidade entre as crianças, resolvi que de tudo o que trouxe, o livro a Rua é Livre, de Kurusa e Monika Doppert.
Este livro chamou minha atenção na biblioteca da escola onde trabalhava, pelas suas ilustrações.
A História é inspirada em fatos reais, vividos por crianças moradoras de uma favela em Caracas, na Venezuela. E foi exatamente as imagens da favela, que me encantaram. Raridade na literatura, ainda mais colocada de maneira despretensiosa, como cenário... sem  exageros ou depreciações.
Conta a aventura de crianças que se organizam e mobilizam a comunidade em que vivem para a construção de um parquinho para as crianças, em um terreno baldio.
O livro pode ajudar na discussão das mudanças de paisagens nos grandes centros urbanos, da polêmica entre o que é dever do estado ou da sociedade na criação e cuidado com espaços de uso público, das relações entre as crianças em situações de direitos negados...








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