Tudo bem ser diferente, de Todd Parr
Editora: Panda Books
Discussão sobre heterogeneidade; Juliana (cursista) trouxe questões que circulam na escola dela:
o trabalho diversificado exclui? É possível trabalhar com uma única atividade igual para todos o tempo todo?
Como lidamos com as diferenças entre as crianças, entre as famílias e assumimos a singularidades de cada
escola?
Os cadernos do PNAIC trazem exemplos de trabalho com a diversidade e questões muito recorrentes em nossos debates sobre o tema:
A proposta de ensino organizado em ciclos, em seus princípios, visa a superar esse perverso processo de exclusão. O grande mote é o respeito à diversidade de percursos de vida e estilos de aprendizagem como compromisso que a escola precisa assumir para evitar os mecanismos de exclusão que sempre praticou, ao longo dos séculos. Para deixar de ser mero discurso, precisamos pensar: que atividades e formas de organização dos alfabetizandos devemos praticar, para garantir que, ao final do primeiro ciclo, os que mais precisam sejam atendidos em suas urgentes necessidades, ao mesmo tempo em que seus colegas podem progredir ainda mais? (Unidade 7, ano 3, p.8)
As atividades em pequenos grupos são especialmente importantes, por propiciarem, de modo mais íntimo, trocas de experiências entre os alunos, levando-os a compartilhar saberes, a levantar questões e respostas que os adultos escolarizados nem sempre se propõem. Nesse modo de organização, podemos
realizar atividades unificadas, ou seja, cada grupo trabalhando independentemente, mas realizando a mesma tarefa; ou atividades diversificadas, em que cada grupo tem uma tarefa a ser cumprida. ( Unidade 7, Ano 3, p.15)
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