Professoras Fabiana e
Maria Fernanda
Já na análise do jogo no último
encontro do PNAIC, entendemos que este poderia ser utilizado com novas palavras
selecionando dificuldades ortográficas para cada cartela nova. Assim,
pesquisamos imagens com algumas dificuldades encontradas entre nossas crianças,
aplicamos o jogo e propusemos às crianças que montassem novas cartelas, com
novas palavras.


Da aplicação do jogo:
Um grupo de 15 crianças brincou
com quatro caixas de jogos, reunidos em grupos de quatro crianças. Neste
momento as crianças de todos os terceiros anos, que escrevem com hipótese
alfabética, estavam reunidas em uma só sala.
A orientação para que as crianças escrevam sem
que os colegas vejam não funcionou em alguns grupos, assim como a regra para
que não olhassem a cartela com respostas. A insegurança e o medo de errar e
perder pontos causaram estas ações.
O grau de dificuldade das palavras agrupadas
nas cartelas do jogo variam. O que em um primeiro momento pode parecer bom,
analisado sob outra ótica pode ser ruim para as crianças que ainda escrevem
apenas sílabas canônicas. Para estas, qualquer sílaba “dita complexa” anulará
pontuação pela palavra e por outro lado, as crianças que escrevem com poucos
erros ortográficos sentem-se pouco desafiadas com tabelas com palavras muito
simples.
Pensando
assim, cartelas preparadas para cada grupo diferenciado de crianças é o ideal.
Da criação de novas cartelas;
Utilizamos cartelas de outros
jogos que tínhamos de sobras guardadas para que as crianças pudessem usá-las e
formar outras cartelas para o jogo de escrita. Fizemos cópias de imagens com
nomes e as mesmas sem nomes.
Logo abaixo, partilhamos algumas
imagens que encontramos na internet e editamos usando o programa Paint para
apagar e escrever as palavras.
Pensamos também que para crianças
que escrevem com poucos erros ortográficos outras imagens, que exijam escrita
de mais de uma palavra possam ser usadas, como nomes de filmes ou contos.




Nenhum comentário:
Postar um comentário