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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Relato de uso de jogo “Quem escreve sou eu” com crianças de 8 e 9 anos, que escrevem apresentando hipótese alfabética.

Professoras Fabiana e Maria Fernanda

Já na análise do jogo no último encontro do PNAIC, entendemos que este poderia ser utilizado com novas palavras selecionando dificuldades ortográficas para cada cartela nova. Assim, pesquisamos imagens com algumas dificuldades encontradas entre nossas crianças, aplicamos o jogo e propusemos às crianças que montassem novas cartelas, com novas palavras.

Da aplicação do jogo:
Um grupo de 15 crianças brincou com quatro caixas de jogos, reunidos em grupos de quatro crianças. Neste momento as crianças de todos os terceiros anos, que escrevem com hipótese alfabética, estavam reunidas em uma só sala.
 A orientação para que as crianças escrevam sem que os colegas vejam não funcionou em alguns grupos, assim como a regra para que não olhassem a cartela com respostas. A insegurança e o medo de errar e perder pontos causaram estas ações.
 O grau de dificuldade das palavras agrupadas nas cartelas do jogo variam. O que em um primeiro momento pode parecer bom, analisado sob outra ótica pode ser ruim para as crianças que ainda escrevem apenas sílabas canônicas. Para estas, qualquer sílaba “dita complexa” anulará pontuação pela palavra e por outro lado, as crianças que escrevem com poucos erros ortográficos sentem-se pouco desafiadas com tabelas com palavras muito simples.
Pensando assim, cartelas preparadas para cada grupo diferenciado de crianças é o ideal.
 










Da criação de novas cartelas;
Utilizamos cartelas de outros jogos que tínhamos de sobras guardadas para que as crianças pudessem usá-las e formar outras cartelas para o jogo de escrita. Fizemos cópias de imagens com nomes e as mesmas sem nomes.

Logo abaixo, partilhamos algumas imagens que encontramos na internet e editamos usando o programa Paint para apagar e escrever as palavras.


 

Estas imagens serão recortadas e coladas em grupos de 8 em cartelas.
Pensamos também que para crianças que escrevem com poucos erros ortográficos outras imagens, que exijam escrita de mais de uma palavra possam ser usadas, como nomes de filmes ou contos.



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