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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A questão étnica surgida da partilha de livros... mais umas Pipocas...

Lembrei destes escritos meu...
Em branco e preto


Episódio 1[1]

Estávamos nos organizando (ou tentando![2]) para sair da sala, era hora do lanche. Na porta, na frente da turma, S. me agarrava pressionando com força o queixo contra a minha barriga (como faz desde que a conheci) e eu dizia que não era para me abraçar assim, que eu já tinha dito que não gostava, que isso me machucava e que estava com cólica naquele dia...
P. olhou para S[3] e disse:
- Você nem é branca!
Eu, assustada, perguntei:
- E o que tem a ver o fato de ela não ser branca e querer me apertar? Quer que eu peça para ela te apertar assim?...
Paulo imediatamente respondeu:
- Ela é negra!
E antes que eu disse algo....
- Eu sou negro! – disse pulando!
Eu continuei...
- Então..? Qual é o problema?
Enquanto falava eu o cutucava e o apertava. S começou a apertá-lo também... Ele ria e pedia para que parássemos..
Encerrei a conversa/brincadeira dizendo
- S é negra, linda e adora apertar as pessoas...
S. diz
- Ai, ai... todo muuundo diz que sou linda!

Episódio 2

        P. canta, canta, canta todo o tempo, quando não canta, fala, fala, fal...
        No início do ano eu tinha dó de pedir que parasse de cantar. A música é tão presente na vida dele, que até em uma das rodas de conversa sobre o que tinham feito no fim de semana ele disse para turma
        - Eu cantei!
        É claro que esta frase veio em meio à muitas outras! Ele sempre faz mil coisas no fim de semana!
        Hoje já não penso duas vezes em pedir que pare de cantar e falar um pouco...
        Um dia depois do “episódio”  ocorrido entre eu, ele e S. ele trabalhava cantando...
        - Eu sou um negro gato...


Episódio 3

        Nos último dias do mês de maio perdemos uma amiga, que foi estudar em outra escola. Em sua última roda de conversa conosco ela se despedia.
        P disse que agora que Jaque iria embora ele poderia convidar um amigo para fazer parte da turma. Disse que já tinha falado sobre isso com a mãe dele...
        - O Cadú pode namorar a T., ele é negro!
        Tamires é uma menina da turma, negra.
        Eu perguntei porque Cadú não poderia ter uma namorada branca.
        Ele responde que branco não gosta de feijoada e a Tamires só faria feijoada pra ele!
        Eu, mais confusa do que nuca com os “links” que eles fazem, perguntei:
        -Meu deus! E o que a feijoada tem a ver com isso?
 Outras crianças entraram na conversa. M. disse que não namoraria quem faz feijoada!
Muitos outros começaram a opinar sobre feijoada, outros já trouxeram mais ‘pratos’ para a conversa ... Contendo o alvoroço eu disse que conversaríamos mais sobre isso e prometi leituras de histórias que pudessem nos ajudar  a falar mais sobre nossa cor de pele e sobre como escolhemos as pessoas que são mais próximas da gente, nossos amigos, namorados...

Episódio 4

        Eu estava de costas, no fundo da sala arrumando material para a próxima atividade enquanto as crianças iam sentando e comentando como tinha sido a aula de Educação Física, muitas delas esbaforidas!
        Em poucos minutos ouço assobios, palmas  e gritos: Ele é preto! É preto! Muitas risadas, em tom de sarro...
        Olho para trás e vejo P de cabeça baixa e sem camisa.
P. ao tirar o moletom, tirou a camiseta junto...
Eu furiosa ‘rasgo’ a sala e chego à frente dela já falando alto e brava! Disse à eles que tomassem mais cuidado ao se referirem ao corpo dos colegas, que cor da pele, de olhos, tamanho de nariz, cabelo ou qualquer outro ‘jeito’ de ser das pessoas nunca é motivo de sarro. Disse que nosso corpo conta a nossa história... e  comecei uma conversa com a pergunta: Por que somos diferentes? De onde vem esta diferença que existe entre a gente? Por quê tantos tons de pele existem em nossa turma? E ainda cutuquei, dizendo que para mim era difícil olhar para a turma e dizer quem não era negro... (todos passam a olhar para os próprios braços...)
P. respondeu que a pele dele veio da África!
Dias depois encontrei com a mãe de P. no portão e pedi que entrasse um pouco, perguntei rapidamente se alguém da família dela fazia parte do movimento negro, se a cor da pele era tema de conversa entre eles e expliquei que este assunto era muito importante e forte para P. Ela disse que a professora da ‘creche’ fez um trabalho durante o ano passado com este tema e que ele se compara muito com os colegas e se incomoda por usar óculos (o que eu já tinha percebido)...


Episódio 5

        Tempos juninos... conversávamos sobre a relação campo-cidade, para muitos a palavra “roça” era novidade, para outros, parte da própria história de vida. Elaborei uma atividade de leitura com uma lista de profissões, eles deveriam circular aquelas fundamentais para comunidades que vivem do trabalho com a terra.
        “Profissões” era também uma palavra nova para muitos. Conversei com eles e elas usando a típica pergunta: “o que você quer ser quando crescer?”
Muitos meninos querem ser mecânicos, motoristas, pilotos de fórmula 1, um quer ser pedreiro (“ Quero construir casa, quando passo e vejo, eu gosto... Eu gosto de ver”), dois querem ser professores... P. quer ser ‘médico de olhos’.
As meninas querem ser médicas, professoras, enfermeiras...só N. e T. não quiseram dizer nada. Ao perguntar pela terceira vez à T (lembram? Ela é a menina que poderia ser a namorada do Cadú – amigo de P) se ela não imaginava o que faria quando adulta, Mn responde ‘em seu lugar’: Empregada!
Eu perguntei por que empregada e ele disse que ela tem cara de empregada.


Episódio 6

        Na porta da sala, no retorno do recreio, D. pára e começa a tocar os ombros dos amigos e amigas dizendo:

        - um branco
        - um negro
        - um branco
        - um negro...

Episódio 7

        A prô buscou livros que trouxessem o tema tão presente na turma, de jeitos diferentes. Na última terça-feira lemos “As tranças de Bintou[4]”, de Sylviane A. Diouf (texto) e Shane W. Evans (ilustrações), tradução de Charles Cosac.
        Durante a leitura, as crianças reconheceram na personagem principal, características marcantes de T., incluindo os “birotes” que tanto chateavam a personagem.Mafê -bintoucapa
        Diziam, carinhosamente, que Bintou parecia T.
        Ao fim da leitura, P. perguntou se não poderíamos fazer com este livro o que fizemos uma vez com a “Chapeuzinho Vermelho”: improvisar um teatrinho.
Eu disse que a idéia era ótima e que poderíamos fazer mais: conhecer melhor a história e montar um filminho, filmar a brincadeira.
Muitos comemoravam a idéia, outros não gostaram e entre os comentários alguns diziam : A T. vai ser a Bintou!
Perguntei se ela toparia. Ela disse que não.
Imediatamente M., branquinho, dos olhos amendoados e castanhos claros, com cabelo escorridíssimo, diz que gostaria de ser a Bintou!
       




[1] Os episódios a seguir ocorreram na segunda quinzena do mês de maio

[2] Sair e entrar na sala, montar ou desmontar grupos, começar ou encerrar uma atividade, iniciar uma história é sempre um graaande processo! Tudo acontece ao mesmo tempo, em ações que se multiplicam em segundos, como cantar, cutucar o colega, empurrar, dançar, engatinhar ou imitar o andar de algum bicho. Múltiplas possibilidades de locomoção!
[3] P é um menino e S uma menina, ambos negros.
[4] “Uma menina que vive na África sonha ter tranças longas, enfeitadas com pedras coloridas e conchinhas, como as de sua irmã mais velha e de outras mulheres de seu convívio.
O livro elege a fantasia como valor capaz de recobrar o sentido mais profundo da infância. Suas belas ilustrações e os personagens bem delineados são capazes de trazer ao leitor uma visão da cultura africana, permitindo, assim, repensar também a cultura brasileira”
retirado do site: <http://www.cosacnaify.com.br/loja/detalhes.asp?codigo_produto=479 >
em 13/06/1008.
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Lembrei também do filme:
As aventuras de Azur e Asmar

Azur e Asmar foram criados por Jeanne, mãe de Asmar. Um, louro de olhos azuis; outro, moreno de olhos pretos. Os meninos crescem juntos, como irmãos, encantados pelas histórias sobre a Fada dos Djins. A partida de Jeanne separa os dois meninos abruptamente. Já adultos, eles se reencontram. Dessa vez como rivais na busca pela Fada, que os leva a atravessar o reino encantado do Maghreb, repleto de perigos e aventuras.

18o. encontro

Iniciamos o encontro com a partilha dos materiais disponibilizados nos portfólios.
Músicas, poesias, tirinhas, alimentaram as reflexões das colegas nos registros dos encontros.
Compartilhamos destas reflexões.

Silvia questiona o uso de materiais em palestras e cursos como vídeos em que aparecem crianças de classe média, com amplo acesso a leitura, para dizer de práticas leitoras.

Comentamos que  estes materiais, apesar de , muitas vezes, distantes dos contextos de trabalho que vivenciamos, nos toca no sentido de apontar possibilidades de interação que possam ser criadas por nós, entre as crianças e seus familiares.
No link a baixo, um dos vídeos citados em nosso diálogo: 

Juliana (cursista) nos traz sua primeira experiência de produção de grupos de saberes e comenta a polêmica que deu quando apresentou ao grupo de professoras com dois grupos que tinham a mesma hipótese de escrita. Compartilha conosco as atividades que ofereceu às crianças para o trabalho com o "salto" de hipóteses e com ortografia.

Isnary, construiu um portfólio com características de diário. Nos trouxe um áudio com a leitura realizada por uma criança da educação especial que frequenta suas aulas, mesmo não sendo matriculada em sua turma.
A aluna não interagia muito com a turma em que estava matriculada, até o ano passado. Passava muito tempo fora de sala. isnary compartilhou conosco o trabalho que vem realizando com esta criança.

Juliana (O.E.) nos coloca que em novembro retomaremos os registros do perfil do grupo de alunos.
Devemos, aos poucos, preencher a tabela , atualizando-a.

Iniciamos a partilha de leituras que mais gostamos.
Silvia traz a sinopse de "Orgulho e preconceito", de Jane Austin


                                          Rosa traz um livro de Kaká Werá Jacupe
                                           As Fabulosas Fábulas de Iauaret
   







Medo de quê?, de Flávia Cortes

                                                 " A sábia sabiá", de Eugênio Brito. (bom para trabalhar pontuação)
                                                    

Crissie partilha conosco história de Janusz Korkzak.
“QUANDO EU VOLTAR A SER CRIANÇA”
Sugere ainda: Como amar uma criança.

Minhas sugestões de leitura...
... parada em frente a minha prateleira de livros não consegui escolher um...
Por conta do debate em torno de textos que geram alguma identidade entre as crianças, resolvi que de tudo o que trouxe, o livro a Rua é Livre, de Kurusa e Monika Doppert.
Este livro chamou minha atenção na biblioteca da escola onde trabalhava, pelas suas ilustrações.
A História é inspirada em fatos reais, vividos por crianças moradoras de uma favela em Caracas, na Venezuela. E foi exatamente as imagens da favela, que me encantaram. Raridade na literatura, ainda mais colocada de maneira despretensiosa, como cenário... sem  exageros ou depreciações.
Conta a aventura de crianças que se organizam e mobilizam a comunidade em que vivem para a construção de um parquinho para as crianças, em um terreno baldio.
O livro pode ajudar na discussão das mudanças de paisagens nos grandes centros urbanos, da polêmica entre o que é dever do estado ou da sociedade na criação e cuidado com espaços de uso público, das relações entre as crianças em situações de direitos negados...








Questionário sobre circulação de materiais escritos na escola


INDICADORES DE AUTO-REGULAÇÃO DA LEITURA NA ESCOLA[1]

Indicadores
SIM
NÃO
1-Existe espaço permanente na escola para exposição dos trabalhos dos alunos?


2-Os alunos, professores e funcionários apresentam interesse em ler os murais da escola?


3-Os materiais de leitura estão ao alcance das crianças que podem ler livremente em horários vagos?


4-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para os alunos?


5-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para os funcionários da escola?


6-Existem materiais de leitura disponibilizados em diferentes ambientes da escola para a comunidade (pais, visitantes etc.)?


7- Os professores lêem livros literários todos os dias para os alunos?


8- Nas salas de aulas existem materiais afixados nas paredes dando informações sobre o que os alunos estão aprendendo?


9- Os alunos levam livros para ler em casa?


10- Os murais da escola são afixados na altura das crianças e com letras legíveis para a sua leitura.


11- A comunidade escolar participa de momentos de leitura na escola?


12- Na sala dos professores existe jornal, revistas ou livros literários disponíveis para a sua leitura?


13- O diretor e demais funcionários costumam realizar leitura para os alunos?


14- Os materiais expostos nos murais da escola são trocados periodicamente?


15- Os materiais expostos nos murais da escola apresentam diferentes propósitos (informar, divertir, consultar, apreciar etc.)?


16- Existem murais na escola específicos para determinado público (professores, funcionários, pais etc.?


17- Existe identificação escrita de fácil acesso ao leitor nas salas e nos diferentes espaços da escola com placas e avisos informativos?


18- Existe espaço na escola destinado exclusivamente à leitura (salas de leitura ou biblioteca)?


19- Os espaços destinados exclusivamente a leitura são incorporados na rotina escolar dos alunos?


20- O acervo de literatura, enciclopédias, revistas é muito mais amplo do que exemplares de livros didáticos antigos?


21- Existe um acervo bibliográfico na escola com gêneros variados?


22- Existe um acervo bibliográfico na escola de boa qualidade?


23- Existe algum evento escolar específico na escola para promover a formação leitora dos alunos e comunidade (feira do livro, sarau literário etc.)


24- Os textos expostos nos murais são selecionados considerando a qualidade literária?


25- Os textos expostos nos murais são selecionados considerando a variedade de gêneros?


26- Os alunos podem participar da elaboração dos murais?


27- Os murais favorecem que os alunos e funcionários coloquem em jogo as práticas habituais dos leitores: escolher o que ler, comentar com colegas, indicar a leitura para os outros, apreciar um bom texto...





[1]Material elaborado a partir do Relatório do Projeto “Escola, Leitura e escrita"  no Município de Vassouras-RJ, 2008 pela PUC-RJ a pedido do Programa Escola que Vale / CEDAC


Pipoca Pedagógica... - reflexãos sobre a circulação de gêneros e negociações com as crianças.

Negociações...?

Tentar resgatar alguns ‘porquês’ daquilo que estudamos e como estudamos, tem sido um objetivo constante entre outros de cada dia de aula.
A sensação de que aquilo que nos mobiliza coletivamente é sutil e frágil faz com que eu ‘pise em ovos’ por muitas vezes em sala. Como envolver a turma em um projeto de trabalho coletivo? Ainda mais quando queremos que seja ‘coletivo-coletivo’ e não apenas o ‘coletivo da prô’! Difícil! Pelo menos para mim, tem sido...A greve, depois o recesso da gripe tumultuaram o processo...
Ontem, sábado, levei a proposta de escrita de uma sinopse.
Um dos alunos sugeriu a produção de uma revista sobre dinossauros, eu propus que alguns textos da revista poderiam ser sobre os filmes que assistiríamos sobre o tema. Aparentemente, todos felizes com a idéia: a prô feliz da vida pela possibilidade de pensar em novos gêneros textuais a apresentar para os pequeninos e estes empolgadíssimos com os filmes (muitos DVDs ‘piratas’ apareceram no dia seguinte, inclusive  “Era do Gelo 3”, ainda em cartaz nos cinemas!!)
Li sinopse de outro filme conhecido, conversamos sobre suas características, o que apareceu no texto, o que não foi dito, o que ficou apenas indicado como possibilidade e começamos a tempestade de idéias sobre o documentário que assistimos no dia anterior.
Fiquei surpresa com a quantidade de informações que eles captaram... Com as perguntas que levantavam, detalhes que eu não atentei...
O envolvimento na discussão sobre o documentário foi diminuindo na medida em que eu solicitava, de deferentes maneiras, que pensássemos como escrever, de forma sucinta, sobre aquilo tudo. O que escolheríamos, como começaríamos?
            - Prô, podemos escrever poesia?
- Não Pedro! Já escrevemos poesias , vamos aprender um outro jeito de escrever...?
Conversas paralelas...
- Posso ir ao banheiro, prô?
Ao autorizar a saída de um, outros cinco, subitamente ficaram ‘apertados’...
- Vamos lá gente? Sem enrolação... Vamos pensar juntos? Vamos?
E o texto começa... Pensei ‘agora vai’...
- Prô, ta parecendo ‘texto coletivo’, Disse Laise.
- Mas é!
- Não é de DVD...? Referindo-se à sinopse.
- É, La, dizemos coletivo por ser escrito por toda a turma. Você está dizendo dos registros que fazemos no diário?
- Ah...
Mais buxixos, algumas outras idéias de frases, bronca aqui, outra ali... Cansei... peguei minha cadeira, coloquei na frente da sala e sentei, com braços cruzados...
- Psssiu!
-ÔÔu!!! Olha a prô!
Vários deles chamando atenção um do outro, outras meninas insistiam em frases para o texto, outras trocavam pulseiras, um rabiscava carteira, outro batucava embaixo dela...Outro, ‘perdidão’, tentava cortar o cabelo da colega... fora da sua carteira, enquanto eu já estava ali com minha ‘cara de mau’...
Eu disse que esperaria eles decidirem trabalhar. Disse que não ficaria falando com duas pessoas, mais o ventilador (às vezes converso com o ventilador, sabe? Quando ninguém me escuta)
Silênciooo.....Todos me olhando.
Eu disse que  o texto não ficaria pronto daquele jeito. Que eles precisavam colaborar, ou eu daria folhas para que fizessem sozinhos. Que eu queria que eles aprendessem um outro jeito de escrever sobre um filme, que não fosse contaaaando toda a história.
- E porque não poesia?
- Já disse que hoje não, Pedro!
- Você não perguntou se a gente queria escrever isso aí!!! Disse Pedro bravo, cruzando os braços com força.
- Também não perguntei se querem aprender a ler e escrever!!! Algumas coisas eu digo que tem que aprender e ponto! Não dá pra fazer só o que vocês querem!!
Algumas pulseiras eram trocadas por baixo da carteira...
- Agora posso ir no banheiro, prô?


Mafê, agosto de 2009.