Brigadeiro, cajuzinho, bexiga, música, festa, chapéu, pão, sol.
Iniciei este blog no curso Ler e Escrever em 2012. Em 2013, ele se constitui como suporte para registro e reflexões do Curso do PNAIC - Pacto pela Alfabetização na Idade Certa da Rede Municipal de Campinas. O conteúdo inserido em 2012 permanece disponível.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Anotações do encontro de 12.06
Leitura do texto:
Disponível em slides em: <http://www.slideshare.net/emefmadalena/o-carteiro-chegou>. Acesso em 18.06.2012
Lindo... lindo...!
Assistimos ao vídeo sobre Avaliação Diagnóstica:
A criança pode estar cercada por textos, mas depende da família para ter possibilidade de contato e interação com estes.
Precisamos avaliar para além da escrita das hipóteses. É importante saber como nossos alunos interagem com diversos textos de diferentes gêneros. Como os "leem" antes mesmo de "saberem ler"?
A questão do erro:
É a valorização de pequenos gestos, ganhos, que fazem a diferença, que dismistificam o erro como produção de fracasso.
Leitura do material
Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas; professor
alfabetizador – 1a série / Secretaria da Educação, Fundação para o
Desenvolvimento da Educação. - 3. ed. São Paulo : FDE, 2010.
(p. 24- 26)
Elaboração de uma sondagem com uma parceira:
A partir da história da Chapeuzinho Vermelho....
Os quitutes da vovó:
Brigadeiro
Suspiro
Coxinha
Torta
Pastel
Pão
Chá
A torta feita para vovó estava uma delícia!
Disponível em slides em: <http://www.slideshare.net/emefmadalena/o-carteiro-chegou>. Acesso em 18.06.2012
Lindo... lindo...!
Assistimos ao vídeo sobre Avaliação Diagnóstica:
A criança pode estar cercada por textos, mas depende da família para ter possibilidade de contato e interação com estes.
Precisamos avaliar para além da escrita das hipóteses. É importante saber como nossos alunos interagem com diversos textos de diferentes gêneros. Como os "leem" antes mesmo de "saberem ler"?
A questão do erro:
É a valorização de pequenos gestos, ganhos, que fazem a diferença, que dismistificam o erro como produção de fracasso.
Leitura do material
Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas; professor
alfabetizador – 1a série / Secretaria da Educação, Fundação para o
Desenvolvimento da Educação. - 3. ed. São Paulo : FDE, 2010.
(p. 24- 26)
Conhecer as hipóteses de
escrita dos alunos
Avaliação processual – utilizando a sondagem
A sondagem é um dos recursos de que você dispõe para conhecer as hipóteses que os alunos ainda não alfabetizados possuem sobre a escrita alfabética e o sistema de escrita de uma forma geral. Ela também representa um momento no qual os alunos têm a oportunidade de refletir sobre aquilo que escrevem,
com sua ajuda.
A realização periódica de sondagens é também um instrumento para seu planejamento, pois permite que você avalie e acompanhe os avanços da turma com relação à aquisição da base alfabética, além de lhe fornecer informações preciosas para o planejamento das atividades de leitura e de escrita, assim como
para a definição das parcerias de trabalho entre os alunos (agrupamentos) e para que você faça boas intervenções no grupo.
Mas o que é uma sondagem? É uma atividade de escrita que envolve, num primeiro momento, a produção espontânea pelos alunos de uma lista de palavras sem apoio de outras fontes escritas. Ela pode ou não envolver a escrita de frases simples. É uma situação de escrita que deve, necessariamente, ser seguida
da leitura pelo aluno daquilo que ele escreveu. Por meio da leitura, você poderá observar se o aluno estabelece ou não relações entre aquilo que ele escreveu e aquilo que ele lê em voz alta, ou seja, entre a fala e a escrita.
(...)
As palavras devem fazer parte do vocabulário cotidiano dos alunos, mesmo que eles ainda não tenham tido a oportunidade de refletir sobre a representação escrita dessas palavras. Mas não devem ser palavras cuja
escrita tenham memorizado. A lista deve contemplar palavras que variam na quantidade de letras, abrangendo palavras monossílabas, dissílabas etc.
O ditado deve ser iniciado pela palavra polissílaba, depois pela trissílaba, pela dissílaba e, por último, pela monossílaba. Esse cuidado deve ser tomado porque, no caso de as crianças escreverem segundo a hipótese do número mínimo de letras, poderão recusar-se a escrever se tiverem de começar pelo monossílabo.
Evite palavras que repitam as vogais, pois isso também pode fazer com que as crianças entrem em conflito – por causa da hipótese da variedade – e também se recusem a escrever.
Após o ditado da lista, dite uma frase que envolva pelo menos uma das palavras da lista, para poder observar se os alunos voltam a escrever essa palavra de forma semelhante, ou seja, se a escrita dessa palavra permanece estável mesmo no contexto de uma frase.
Elaboração de uma sondagem com uma parceira:
A partir da história da Chapeuzinho Vermelho....
Os quitutes da vovó:
Brigadeiro
Suspiro
Coxinha
Torta
Pastel
Pão
Chá
A torta feita para vovó estava uma delícia!
Algumas anotações do encontro de 5.6
Retorno da Greve.
Audição do Cd da Dalva: Brincadeiras e lembranças da Infância
Canções populares ampliam a estrutura linguística. A nossa estrutura é outra...
Que brasileiros somos nós?
Somos netos de narradores, já não mais filhos.
Leitura de texto do material Ler e Escrever - Guia de planejamento e orientações didáticas (p. 63 à 68)
Situações de ditado para o professor – produzir textos antes de saber escrever
O que os alunos aprendem nas situações em que ditam um texto para o professor
Audição do Cd da Dalva: Brincadeiras e lembranças da Infância
Eu dizia-me à elaDalva- sobre a professora que a viu como menina, criança " de sítio".
Ela dizia-se à mim
Canções populares ampliam a estrutura linguística. A nossa estrutura é outra...
Que brasileiros somos nós?
Somos netos de narradores, já não mais filhos.
Leitura de texto do material Ler e Escrever - Guia de planejamento e orientações didáticas (p. 63 à 68)
Situações de ditado para o professor – produzir textos antes de saber escrever
O que os alunos aprendem nas situações em que ditam um texto para o professor
Sugestões de livros:
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Reposição de 22.05 - parte 2. resenha do texto de Roxane Rojo sobre LetramentoS
Resenha do Capítulo “Letramento[s] – práticas de letramento em
diferentes contextos, do livro Letramentos
múltiplos – escola e inclusão social, de Roxane Rojo.
Roxane Rojo, autora do texto em questão, apresenta considerações
políticas importantes para o trabalho leitura e escrita na escola.
No
sexto capítulo do livro “Letramentos múltiplos – escola e inclusão social”,
ROJO nos apresenta o termo ‘letramento’ vinculado aos múltiplos sentidos que
uma abordagem mais ‘social’ que cognitiva possa dar ao processo de aquisição da
língua escrita.
[...] vale a pena insistir na distinção:
o termo alfabetismo tem um foco individual,
bastante ditado pelas capacidades e competências
(cognitivas e lingüísticas) escolares e
valorizadas de leitura e escrita
(letramentos escolares e acadêmicos),
numa perspectiva psicológica,
enquanto o termo letramento busca recobrir os usos
e práticas sociais de linguagem que envolvem a escrita
de uma ou de outra maneira,
sejam eles valorizados ou não valorizados,
locais ou globais, recobrindo
contextos sociais diversos. (ROJO, 2009, p. 98)
Para tanto, traz pesquisadores como
STREET, SOARES e KLEIMAN, diferenciando diferentes modos de compreender o
conceito de letramento, dependendo da época e do contexto social e político.
Destaca da obra desses autores concepções chamadas “autônomas” e/ou “fracas”
assim como as ditas “ideológicas” ou “fortes”. Descrevendo assim como cada um
destes termos vinculados à palavra letramento significa uma forma de
compreender as práticas de leitura como processo de aprendizagem marcado por
diferentes culturas ou como desenvolvimento de competências universais para
adaptação às necessidades do convívio social em um mundo letrado.
A versão “forte” de letramento
(SOARES) próxima à um enfoque “ideológico” (STREET) não traz em si a
preocupação de que o sujeito se “adapte” ao mundo letrado, mas o leia
criticamente, considerando a interpretação que faz daquilo que circula no meio
letrado como um leitura possível entre outras, assim como aquilo que produz
como forma de expressão, oral, escrita, áudio-visual também insere-se em um
mundo diverso e heterogênio.
A autora, em diálogo com HAMILTON,
nos apresenta também, a ideia de que podemos hoje falar em letramentoS.
Considerando que há um conjunto de práticas de leitura e escrita vinculadas às
instituições (de ensino, religiosas...) e outras que circulam no cotidiano,
reguladas por um uso corrente e que em geral são desvalorizadas e sobrevivem
como forma de resistência às primeiras. Estas, chamadas pelo autor de
“dominantes” não acontecem desvinculadas das práticas cotidianas chamadas por
HAMILTON de “vernaculares”, sendo assim interligadas.
Um dos objetivos da escola é
justamente possibilitar que seus alunos
possam participar de várias práticas sociais
que se utilizam da leitura e da escrita
(letramentos) na vida da cidade,
de maneira ética, crítica e democrática.
(ROJO, 2009, p. 107)
ROJO, ainda em diálogo com HAMILTON,
destaca que na escola desvalorizamos práticas de letramento que não sejam as
dominantes. E nos alerta para as escolhas que fazemos em nossos planejamentos e
na maneira como valorizamos ou não práticas de leitura e escrita correntes fora
da escola, cotidianamente, na vida de nossos estudantes.
Para nos auxiliar no entendimento e
produção de um trabalho pedagógico que considere letramentos múltiplos, a
autora dialoga com Bakhtin em dois conceitos: esferas de atividades e gêneros
discursivos. Assim, cita exemplos de práticas cotidianas que realizamos, por
vezes automaticamente, em diferentes esferas: doméstica, escolar, íntima, de
entretenimento... dentre outras. No decorrer do texto conseguimos então, criar
relações entre o modo como nos relacionamos com outros destas/nestas esferas e
os “tipos relativamente estáveis de enunciados” que produzimos em cada uma
destas, denominados como “gêneros do discurso” por Bakhtin.
Compreendemos
que uma conversa com o namorado no MSN, permite o uso de um vocabulário e modo
de escrever diferente da dissertação entregue no curso de formação, ou do
bilhete deixado para a secretária da empresa em que sua amiga trabalha como
administradora, por exemplo. Podemos também reconhecer textos publicitários e
com uma leitura crítica do que o produz e seus objetivos chegamos até a negá-lo
e criticá-lo. Podemos? Negamos? Como desnaturalizar discursos naturalizados
pela grande mídia? Que “enunciados relativamente estáveis” circula neste ou
naquele meio de comunicação? Quem os produz? Com quais interesses?
Questões suscitadas por ROJO e que a autora
atrela ao chamado letramento crítico, que nos educa para lidarmos com
diferentes textos e seus discursos.
Letramento este que, segundo a autora,
juntamente aos letramentos multissemióticos – leitura e produção de textos em
diversas linguagens- e aos multiculturais – que consideram produções letradas
de diferentes universos sendo estas dominantes ou não-, podem nos ajudar a
responder ao desejo de elaborarmos um modo de trabalho que signifiquemos como
adequado para o mundo contemporâneo.
[...] ao organizar programas de ensino,
o professor pode considerar que gêneros
de que esferas (e com que práticas letradas,
capacidades de leitura e produção agregadas)
devem/podem ser selecionados para abordagem
e estudo, organizando uma progressão curricular
A questão é que , para responder a essa questão,
é preciso ter princípios norteadores.
(ROJO, 2009, p.120)
Este é m texto interessante que apresenta conceitos
complexos ligados a uma discussão na qual nos debatemos desde a década de 1970 no
Brasil: como alfabetizar produzindo uma leitura de mundo, que necessariamente precede
a leitura da palavra? Questão produzida com palavras muito usadas pelo mestre
Paulo Freire.
Ainda tomando-o como referência para o estudo do texto de ROJO, digo que
alteraria o fim de seu capítulo, onde diz que precisamos ter ‘princípios
norteadores’ para o planejamento de uma progressão curricular. Eu diria que
precisamos reinventar nossos ‘eixos’ buscando “suleá-los[1]” por
meio de princípios que apontem para onde as respostas das seguintes perguntas
nos levam: A quem servimos quando planejamos nossas aulas? No diálogo com aqueles
que ousamos educar inseridos em tamanha diversidade de produtos culturais
letrados: quais escolhemos produzir (de verdade!) com eles?
Referências:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do Oprimido.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
ROJO, Roxane. Letramento[s] – práticas de letramento em
diferentes contextos. In Letramentos
múltiplos – escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. (p.95-122)
[1] “‘Suleá-los’: Paulo
Freire usou esse termo (...), chamando a atenção dos leitores (as) para a
conotação ideológica dos termos nortear, norteá-la, nortear-se, orientação,
orientar-se e outras derivações. Norte é Primeiro Mundo. Norte está em cima, na
parte superior, assim Norte deixa "escorrer” o conhecimento que nós do
hemisfério Sul "engolimos sem conferir com o contexto local" (cf.
Márcio D'Olme Campos, "A Arte de Sulear-se”... 1991.). Quem primeiro
alertou Freire sobre a ideologia implícita em tais vocábulos, marcando as
diferenças de níveis de "civilização” e de "cultura”, bem ao gosto
positivista, entre o hemisfério Norte e o Sul, entre o "criador" e o
"imitador” foi o físico supracitado – Márcio Campos – atualmente dedicado
à etnociência, à etnoastronomia e à educação ambiental” (Nota de Ana Maria Freire In FREIRE,1992, p.218).
sábado, 9 de junho de 2012
LETRAMENTO - Atividade de reposição da aula do dia 29/05
O termo
LÍNGUA(GEM) refere-se a um trabalho pedagógico mais amplo, que visa não apenas
desenvolver competências relacionadas à língua materna e estrangeira, mas
também às múltiplas linguagens (corporal, artística, pictográfica, visual,
sonora, etc.).
Antes
mesmo de dominar a escrita ortográfica convencional, na perspectiva dos estudos
do letramento e do processo de alfabetização, a criança pode e deve
familiarizar-se com os usos e as funções da escrita e suas incontáveis
possibilidades. Neste documento, compreende-se o conceito de ALFABETIZAÇÃO como
uma prática de letramento escolar que tem por objetivo o processo de
apropriação do sistema alfabético e ortográfico e que precisa do ensino
sistemático
Diretrizes p. 52 e 53
Ler
as diretrizes curriculares de Campinas (da página 52 até a 64) e redigir um exemplo
de:
1.
uma prática de letramento diária
que já ocorre na sua sala de aula;
2.
uma prática de alfabetização (pensando na sistematização da língua
escrita) que também já ocorre em sua sala de aula.
1)
Diariamente realizo diferentes leituras com as
crianças em aula.
Aquela que primeiro lembro é a chamada “diária” ou
como registro na rotina colocada na lousa: Leitura da Prô.
Nesse momento escolho algum livro do gênero que estou
trabalhando com maior ênfase e leio outros solicitados pelas crianças. Por
vezes a escolha do livro passa pelo tema trabalhado e outras áreas do
conhecimento (história, geografia, ciências). As poesias aparecem com
frequência com este critério: relacionam-se à temas que circulam na sala.
Procuro ler pequenas notícias de jornal quando acho
que compreenderão e se interessarão.
Outras práticas de leitura e escrita estão vinculadas
ao registro necessário para sistematizarmos as atividades do dia, de projeto
específico ou compreensão de atividades propostas.
2)
As práticas de
alfabetização não ocorrem igualmente para todas as crianças. Recentemente
combinei com meus alunos e alunas algumas atividades que contemplassem as
necessidades de todos no trabalho com a leitura e com a escrita, por meio do
alfabeto. Estamos retomando esta ideia com o retorno da greve. Faremos:
·
Alfabeto ilustrado com partes do corpo nomeadas e
classificadas segundo letra inicial do nome.
·
Escrita das partes do corpo pesquisadas em imagens
·
Escrita e produção de um livro com as letras do
alfabeto e textos “engraçados” que tenham a maioria das palavras iniciadas com
a letra destinada em cada uma das 26 páginas.
·
Montagem diária da sequência do alfabeto.
Esse é um exemplo de uma sequência de atividades com
diferentes objetivos para o processo de construção da escrita alfabética entre
as crianças.
Estamos no meio da produção de um painel com pinturas
das crianças e um texto coletivo sobre o Coração.
Estamos (eu e minha parceira) reorganizando o
trabalho e para isso preparando materiais autocorretivos onde as crianças
poderão realizar exercícios de alfabetização não necessariamente vinculados aos
projetos, em diferentes tempos da semana, não necessariamente todos juntos, ao
mesmo tempo.
Como, por exemplo, três cadernos com cruzadinhas
·
Caderno 1 – com cruzadinhas com banco de palavras
para consulta (para crianças com hipóteses silábicas de escrita)
·
Caderno 2 – Com cruzadinhas diretas sem banco de
palavras (para os silábico-alfabéticos e alfabéticos ainda não leitores)
·
Caderno 3 – Cruzadinhas indiretas para exercício da
leitura e da escrita de palavras com desafios maiores em ortografia.(para
crianças que apresentam hipóteses alfabéticas de escrita e que já lêem)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Reposição de 22/05 - parte 1 : Análise dos próprios eventos e práticas de letramento (Rojo, 2009, p. 53)
Durante todo um dia, anote todos os eventos de letramento de que você participa, isto é, todas as atividades que desempenha que, de alguma maneira, envolvam o uso da escrita na leitura ou na produção de textos. Use, para isso, a tabela abaixo. Veja o exemplo:
Evento de letramento
|
Esfera de atividade
|
Finalidade
|
Uso de leitura e/ou
escrita
|
Retirar
dinheiro no caixa eletrônico
|
Cotidiana
|
Abastecer-me
de dinheiro para gastos cotidianos
|
Leitura /
escrita
|
Ler jornal
|
Cotidiana
|
Ler
manchetes de jornal na busca por algum assunto interessante para partilhar
com alunos e alunas.
|
|
Ler cartaz
de divulgação de evento
|
Cotidiana
|
Busca
de novas informações a respeito do que circula na escola (assim como faço no
mural do prédio...)
|
Leitura
|
Leitura de
registros
|
Escolar
|
Resgatar
trabalho registrado em livro, junto com meus alunos e alunas.
|
Leitura
|
Escrita de
registro
|
Escolar
|
Registrar
texto coletivo produzido com os alunos.
|
Leitura e escrita
|
Leitura de
Lenda
|
Escolar
|
Leitura
da Lenda “A mula sem cabeça” para meus alunos e alunas.
|
Leitura
|
Comparar holerites
e verificar possíveis erros
|
Trabalhista
documental (?)
|
Busca
pela compreensão de alguns códigos que mudaram no documento de uma amiga. Conhecer
melhor documento de registro do meu pagamento pelo trabalho que realizo.
|
Leitura
|
Assinar
livro-ponto
|
Trabalhista
|
Registrar
meu comparecimento ao trabalho
|
Leitura e
escrita
|
Usar número
de telefone gravado com nome na memória do celular
|
Cotidiana
|
Encomendar
marmita para o almoço
|
Leitura
|
Ler email
|
Cotidiana
|
Buscar
tarefas a serem entregues no curso ler e escrever
|
Leitura
|
Escrever
reflexões acerca do letramento e alfabetização
|
Escolar
|
Produzir
material de reflexão a ser partilhado com colegas em curso de formação
|
Leitura e
escrita
|
GREVE
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