Leitura do texto informativo: Cada qual com seu sotaque.
Artigo da Revista Ciência Hoje das Crianças de abril de 2012.
Sugestão de livro: Ortografia, ensinar e aprender, do mesmo professor que vimos nos vídeos que debatemos:Arthur Gomes de Moraes.
Este livro deve ser encontrado em todas as escolas.
Mais uma parte do vídeo: Como é que se escreve entendendo o erro ortográfico.
Destaques: o que precisa ser decorado tem que ser destacado do restante das questões ortográficas a serem estudadas.
O que a experiência do prof. Arthur nos ensina?
Trabalho sempre em duplas
Devemos estimular que alunos justifiquem suas escolhas e que façam perguntas
Corrigir e ensinar não são sinônimos.
Emiliane destaca a importância que vê em usarmos as terminologias da gramática com as crianças para que não fiquem totalmente perdidas em momentos que as encontrarem, como nas avaliações externas e outras provas que possam fazer fora da escola.
Em duplas, olhamos os materiais Trilhas para ler e escrver textos, que chegaram nas escolas junto com os jogos.
São apostilas que acompanham livros de literatura infantil e cartelas que podem ser usadas nas atividades propostas e descritas na apostila. Um material simples. Os livros são bons e vem classificados por gêneros...
Dani nos apresentou um livro que comprou recentemente e que gostou, pelo preço e qualidade:
Contos de Fadas, da Ed Zahar, com apresentação da Ana Maria Machado.
Iniciei este blog no curso Ler e Escrever em 2012. Em 2013, ele se constitui como suporte para registro e reflexões do Curso do PNAIC - Pacto pela Alfabetização na Idade Certa da Rede Municipal de Campinas. O conteúdo inserido em 2012 permanece disponível.
domingo, 14 de outubro de 2012
2 de outubro
Leitura de Poesia de Tatiana Belinky.
Um caldeirão de poemas.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2003. p.34 a 37.

Um caldeirão de poemas.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2003. p.34 a 37.

Que delícia!
Comida gostosa,
Ai que coisa louca,
Que só de pensar
Me dá água na boca!
Eu gosto de tudo
O que pode dar
Aquela alegria
Ao meu paladar!
Comida honesta
Singela e até meiga –
Quem é que resiste
A um pão com manteiga?!
O milho na espiga,
Ou mesmo em pamonha,
Com coisas assim
A gente até sonha!
A jabuticaba
Colhida no pé,
Pretinha, lustrosa –
Que festa ela é!
E o rei chocolate,
Em barra ou bombom –
Quem não o conhece
Não sabe o que é bom!
E tortas, panquecas,
Sorvete e pudim,
E balas e bolos,
Delícias sem fim!
E mais maravilhas,
Mais mil gostosuras
De frutas, legumes
(E até de verduras...)
Com tanto de bom
Pra ser saboreado
Como é que alguém
Se faz de enfastiado!
Comer é legal!
Demais! Glorioso!
(Não sei porque alguns
Me chamam de guloso!...)
Se a dor de barriga
Me pega de jeito -
É o preço que eu pago:
Ai! Nada é perfeito...
Partilha de práticas com a Vera.
Produção de textos
Toda segunda-feira produzem textos a partir de um tema dado pela professora, depois revisam um coletivamente.
Vera tem feito produção de Fábulas, seguindo orientações do material do Ler e Escrever às terças e quintas e ainda realiza ilustração da parte da história ouvida que mais gostaram em outros dias da semana.
Vera trouxe pastas com produções das crianças, além de apresentar em ppt, algumas digitalizadas.
Socializamos atividades com ditados interativos e leituras focalizadas como parte da sequência didática que escolhemos realizar.
Pensei em reelaborar o que apresentei às crianças:
Levei um trecho de um texto já conhecido para que uns escrevessem e outros lessem e depois escrevessem uma frase.Chamei atenção para objetivo da atividade: segmentação das palavras.
Fomos escrevendo em duplas e corrigindo a escrita coletivamente.
penso que em uma próxima vez, posso levar textos que já tenham de memória lacunados, para focalizar em questões ortográficas.
25 de setembro
Continuação da história: Minhas férias parágrafo pula uma linha
Discussão:
1- Porque os alunos cometem erros de ortografia?
2- Quais são as melhores estratégias didáticas para ensinar ortografia?
Na língua oral as palavras são pronunciadas de formas variadas, dessa forma, a ortografia funciona como um recurso para cristalizar na escrita as diferentes maneiras de falar dos diferentes usuários da mesma língua (Artur Gomes de Mores).
Vídeo: Como é que se escreve? Entendendo o erro ortográfico
Esse programa de vídeo tem como objetivo ajudar a compreender a natureza dos erros de ortografia cometidos pelos alunos e também mostrar como está organizada a norma ortográfica da língua portuguesa.
Professor do vídeo propõe escrita de frases que não existem:
Afatiba bebo fape
Nós escrevemos de jeitos diferentes, confundimos alguns sons.
A criança que se alfabetiza ainda não criou o “dicionário mental”, daí é mais difícil escrever de acordo com as normas ortográficas.
Nós, realizamos as mesmas trocas que criançad constmam realizar: t/d, b/p
Zambão sarrega o chapequinho
Esta frase não teve diferenças na escritas entre as professoras.
Há um conjunto de regras ortográficas já conhecidas.
Maria limpou o jamoso peixaral.
Usamos regras internalizadas e não trabalhadas na escola: sufixos usam “oso”, coletivos terminam com L.
O circunxento ortecujou a Ximalaia
O sircunchento ortecujou a jimália
Gimália
Esta frase traz irregularidades ortográficas. Há que serem memorizadas.
Leitura:
Escrita pelo aluno /Ditado interativo / releitura com focalização. IN: material Ler e escrever: Guia de Planejamento e Orientações Didáticas – Professor - 3º ano – Volume I – (a partir da página 55).
Tarefa para o dia 2 de outubro:
Escolha o trecho de um texto que você está usando em sua sequência didática e realize um ditado interativo ou uma releitura com focalização em sua turma. Traga apenas a produção de seus alunos, pois vamos socializar essa tarefa na próxima semana.
1- Porque os alunos cometem erros de ortografia?
2- Quais são as melhores estratégias didáticas para ensinar ortografia?
Na língua oral as palavras são pronunciadas de formas variadas, dessa forma, a ortografia funciona como um recurso para cristalizar na escrita as diferentes maneiras de falar dos diferentes usuários da mesma língua (Artur Gomes de Mores).
Vídeo: Como é que se escreve? Entendendo o erro ortográfico
Esse programa de vídeo tem como objetivo ajudar a compreender a natureza dos erros de ortografia cometidos pelos alunos e também mostrar como está organizada a norma ortográfica da língua portuguesa.
Professor do vídeo propõe escrita de frases que não existem:
Afatiba bebo fape
Nós escrevemos de jeitos diferentes, confundimos alguns sons.
A criança que se alfabetiza ainda não criou o “dicionário mental”, daí é mais difícil escrever de acordo com as normas ortográficas.
Nós, realizamos as mesmas trocas que criançad constmam realizar: t/d, b/p
Zambão sarrega o chapequinho
Esta frase não teve diferenças na escritas entre as professoras.
Há um conjunto de regras ortográficas já conhecidas.
Maria limpou o jamoso peixaral.
Usamos regras internalizadas e não trabalhadas na escola: sufixos usam “oso”, coletivos terminam com L.
O circunxento ortecujou a Ximalaia
O sircunchento ortecujou a jimália
Gimália
Esta frase traz irregularidades ortográficas. Há que serem memorizadas.
Leitura:
Escrita pelo aluno /Ditado interativo / releitura com focalização. IN: material Ler e escrever: Guia de Planejamento e Orientações Didáticas – Professor - 3º ano – Volume I – (a partir da página 55).
Tarefa para o dia 2 de outubro:
Escolha o trecho de um texto que você está usando em sua sequência didática e realize um ditado interativo ou uma releitura com focalização em sua turma. Traga apenas a produção de seus alunos, pois vamos socializar essa tarefa na próxima semana.
18 de setembro
História: Minhas férias, pula uma linha, parágrafo.
Oficina: Mafê – textos de divulgação científica
Texto do livro disponível em: http://portaldeleitura.blogspot.com.br/2010/01/minhas-ferias-pula-uma-linha-paragrafo.html
Oficina: Mafê – textos de divulgação científica
Nesse dia fui eu a responsável pela partilha de práticas...
Elaborei uma apresentação sobre o trabalho que costumo fazer com textos de divulgação científica em aula, geralmente vinculado à algum projeto ou questão colocada pelas crianças.
O material em ppt, disponibilizo na coluna lateral do blog.
· Discussão do texto: ESCREVENDO E LENDO NA ESCOLA
Fontana, Roseli Cação Fontana. Escrevendo e lendo na escola: A mediação como princípio da organização do trabalho pedagógico. In: ENSAIOS: Perspectivas e Pressupostos para uma Discussão Curricular na Rede Municipal de Campinas / Zelma Regina Bosco, (org). – Campinas, SP: Set Gráfica Editora, 2009.
Socialização e discussão entre as cursistas das sequências didáticas elaboradas.
Lindo, lindo texto da Roseli! Tocou a todas nós e dialogou com o que conversamos enquanto realizávamos a atividade com produção de um texto de divulgação científica...
Produção de textos na escola
Fontana, Roseli Cação Fontana. Escrevendo e lendo na escola: A mediação como princípio da organização do trabalho pedagógico. In: ENSAIOS: Perspectivas e Pressupostos para uma Discussão Curricular na Rede Municipal de Campinas / Zelma Regina Bosco, (org). – Campinas, SP: Set Gráfica Editora, 2009.
Socialização e discussão entre as cursistas das sequências didáticas elaboradas.
Lindo, lindo texto da Roseli! Tocou a todas nós e dialogou com o que conversamos enquanto realizávamos a atividade com produção de um texto de divulgação científica...
Produção de textos na escola
Para que nossos alunos produzam textos autênticos na escola, a escolha de um determinado gênero discursivo e se faz em função de para quê se escreve, para quem se escreve, em que esfera e sobre que suporte deverá circular o texto produzido.
Segundo as diretrizes de Campinas ensinar aos alunos o que é uma língua, como funciona, quais as propriedades e usos que ela realmente tem nas suas modalidades oral e escrita, qual é o comportamento da sociedade e dos indivíduos com relação aos usos lingüísticos, nas mais variadas situações de sua vida, constituem objetivos do ensino de língua materna. Uma vez problematizados desde o início da escolarização, contribuem significativamente para o processo de apropriação da língua escrita, principalmente por aqueles indivíduos, cujas famílias têm uma relação mais restrita com a escrita: “Antes de ensinar a escrever, é preciso saber o que os alunos esperam da escrita, qual julgam ser sua utilidade e, a partir daí, programar as atividades adequadamente” (Cagliari, 2010, p.87).
Sequência Didática com texto de divulgação científica
Sequência Didática com texto de divulgação científica
Maria Fernanda Pereira
Buciano
21ª aula 11/09/2012
Tarefa para ser enviada no dia 11/09 ao nosso email ...Considerando as discussões e as tarefas já solicitadas nas aulas anteriores...
Elabore uma sequência didática com o gênero textual escolhido para o ano em que atua, de acordo com as diretrizes de Campinas. Ao fazer isso, lembre-se de trazer algumas características do gênero textual escolhido em seu material.
Ao final do segundo ano, os alunos devem ser capazes de:(...)Conhecer os diversos gêneros textuais, através da leitura feita pelo professor e atividades orais: cantiga, adivinha, trava-língua, regras de jogo, verbetes, ficha técnica, poemas, contos populares, contos de fada, fábulas.(S.M.E/ CAMPINAS, 2011. p.143.)Para que os alunos possam ampliar os conhecimentos sobre a organização textual, recursos lingüísticos, apresentação gráfica e função social, estão elencados, no quadro a seguir, alguns gêneros textuais de diferentes esferas sociais para estudos sistematizados ao longo dos anos iniciais. Isto não significa que esses mesmos gêneros não possam ser apreciados ou lidos em outros anos dos ciclos, já que, a cada nova interação com um certo gênero, surgem novas explorações e descobertas. Além disso, os gêneros que não foram elencados como objeto de estudo sistematizado também devem circular na escola para busca de informação, apreciação, comunicação, entretenimento entre outros propósitos sociais.(...)2º AnoCotidiana (lista, carta e textos instrucionais: receita, regra de jogo).Divulgação científica (ficha técnica, verbetes: de curiosidade, de dicionário, de enciclopédia infantil).Literária (poema, fábula e contos: populares, de fada, de assombramento,).(S.M.E/ CAMPINAS, 2011. p.74.)
Considerando que temos mais um trimestre apenas pela frente, penso em escolher uma forma de texto científico para produzir com as crianças.
Trabalhar com textos sobre “curiosidades” é a minha escolha. Primeiro porque agrada as crianças e aproxima o vocabulário usado nas ciências biológicas (área de conhecimento escolhida com as crianças) ao nosso cotidiano, depois por que constitui-se como uma forma simples de sistematizar alguns conhecimentos produzidos em diferentes leituras.
A pergunta “Você sabia?”, facilita o diálogo entre leitor e autor do texto científico, empoderando-o pelo conhecimento que sabe e julga que outros ainda não saibam.
Para tanto...
Ler textos diversos sobre Corpo Humano, especificamente sobre cérebro e sistema digestivo – a princípio estes foram os temas mais citados pelas crianças. Em duplas, ler acompanhando a professora, buscando palavras, debatendo conteúdo:
- Mais próximo à textos enciclopédicos:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:http://www.smartkids.com.br/especiais/cerebro.html
- Texto de curiosidades:
http://www.vocesabia.net/curiosidades/aprender-outra-lingua-aumenta-a-potencia-cerebral/
http://jiboiando.com/2011/06/13/curiosidades-sobre-o-cerebro/
Em atividades relacionadas à Matemática, podemos também usar textos informativos científicos que trazem comparações de medidas, pesos...
Exercício com material dourado para compreensão do princípio básico da porcentagem, que tanto aparecem em textos.
Ex.(Preencher 75 quadradinhos de 100)
Busca de informações matemáticas: número maior e menor, quantidades de vezes que um cérebro menos cabe em um maior. Produzir um texto “Você sabia que?”- coletivamente- como síntese para as informações trabalhadas nessa atividade.
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/corpo-humano-sistema-nervoso/tamanho-do-cerebro.php
- No decorrer dessas atividades anexaremos uma cartolina na parede para anotarmos o que consideramos “curiosidades” de tudo o que lemos sobre o assunto.
Devemos, depois de várias leituras, debates e alguns registros, pensar em como partilhar o que aprendemos com outras turmas e nossas famílias. Neste momento escolheremos um suporte para escrita das curiosidades elencadas e escritas com “Você sabia?”
Em um último momento, produziremos textos para este suporte escolhido. Como? - Em duplas ou grupos, retomaremos as curiosidades anotadas e produziremos outras.
- Alguns textos deverão ser entregues para que eles mesmo corrijam, observando pontuação e segmentação de palavras.
- Há ainda a possibilidade de atividades específicas de leitura e escrita com foco em dificuldades específicas sejam produzidas a partir destes textos, por exemplo:
- Solicitação de ilustrações de textos (para aqueles que iniciam a leitura).
- Atividades para que completem textos escritos por nós: para os que já lêem com lacunas para escrita, para os ainda não decodificam palavras, com três opções de palavras para preenchimento das lacunas.
- Entrega de palavras soltas, em letra bastão, para que, consultando texto em letra cursiva montem cartaz com textos.( um para sala, ou mais para a escola, caso seja esse o suporte escolhido para divulgação)
- Caso o suporte escolhido pelas crianças seja um folheto, penso em “montá-lo” com eles com uso do data-show.
[1]
Texto escaneado disponível para download em <http://espacodaeducacao.com/atividades-educativas-infantil-poesias-corpo-humano.html>
Trabalho com gênero textual
Projeto de
trabalho com Gênero Textual para segundo ano do Ciclo I.
Curso
Ler e Escrever
Agosto
de 2012.
Maria
Fernanda Pereira Buciano
Para o desenvolvimento de um projeto que dialogue com as
orientações curriculares propostas pela SME e com o que temos discutido no
curso ao longo de 2012, busco trechos dos materiais disponibilizados pela
Secretaria de Educação e meu planejamnto elaborado em diálogo comas crianças.
Diz o
material das Diretrizes elaborado no ano de 2011, que,
Ao final do segundo ano, os alunos devem ser capazes de:
(...)
Conhecer os diversos gêneros textuais, através da leitura feita
pelo professor e atividades orais: cantiga, adivinha, trava-língua, regras de
jogo, verbetes, ficha técnica, poemas, contos populares, contos de fada,
fábulas.
(S.M.E/ CAMPINAS, 2011. p.143.)
Para que os alunos possam ampliar os conhecimentos sobre a
organização textual, recursos lingüísticos, apresentação gráfica e função
social, estão elencados, no quadro a seguir, alguns gêneros textuais de
diferentes esferas sociais para estudos sistematizados ao longo dos anos
iniciais. Isto não significa que esses mesmos gêneros não possam ser apreciados
ou lidos em outros anos dos ciclos, já que, a cada nova interação com um certo
gênero, surgem novas explorações e descobertas. Além disso, os gêneros que não
foram elencados como objeto de estudo sistematizado também devem circular na
escola para busca de informação, apreciação, comunicação, entretenimento entre
outros propósitos sociais.
(...)
2º Ano
Cotidiana (lista, carta e textos instrucionais: receita, regra de
jogo).
Divulgação científica (ficha técnica, verbetes: de curiosidade, de
dicionário, de enciclopédia infantil).
Literária (poema, fábula e contos: populares, de fada, de
assombramento,).
(S.M.E/ CAMPINAS, 2011. p.74.)
O material de orientação do planejamento do programa “Ler e
Escrever” apresenta os seguintes gêneros para o trabalho com o 2o. ano:
·
Parlenda;
·
Divulgação Científica
·
Listas
·
Cartas e bilhetes
·
Cantigas
·
Textos jornalísticos
·
Contos de fadas
·
Receitas
Escolho
então planejar um trabalho com gênero de divulgação científica. As crianças
elaboraram um nome para a turma coletivamente:
Turma dos Pesquisadores do Corpo.
Assim, temos escolhido “partes do
corpo” para elencarmos perguntas e pesquisarmos respostas, assistirmos vídeos e
produzirmos textos.
As primeiras produções foram sobre
coração...
Agora
iniciamos uma aproximação com o tema “cérebro”.
Próximos passos do trabalho...
|
Quando
|
O
quê?
|
Como
|
|
20
à 24 de agosto
|
Exposição
e leitura dos agrupamentos das questões relativas à cérebro. Escolha da
primeira a ser respondida.
|
Por
meio de cartazes e conversa coletiva
|
|
27
à 31 de agosto
|
Definição
dos passos da pesquisa coletivamente
|
Por
meio de tabela com temas e formas de pesquisa
|
|
3 à
6 de setembro
|
Definição
de um meio de divulgarmos o que estamos pesquisando que não seja por meio de
painel (já realizado com o estudo sobre coração)
|
Roda
de Conversa e observação de diferentes suportes: revista, livro e enciclopédia.
|
|
10 à
14 de setembro
|
Estudo
e registro coletivo de respostas à um conjunto de perguntas
|
Por
meio de leituras em duplas ou coletivas, vídeos e texto coletivo de síntese
ao fim da semana
|
|
17
à 21 de setembro
|
Estudo
e registro coletivo de respostas à um conjunto de perguntas
|
Por
meio de leituras em duplas ou coletivas, vídeos e texto coletivo de síntese
ao fim da semana
|
|
24
à 28 de setembro
|
Estudo
e registro coletivo de respostas à um conjunto de perguntas
|
Por
meio de leituras em duplas ou coletivas, vídeos e texto coletivo de síntese
ao fim da semana
|
|
1 à
5 de outubro
|
Sistematização
e produção final do “produto” do trabalho no suporte escolhido.
|
Cotelivamente
ou em pequenos grupos responsáveis por tarefas.
|
|
PERGUNTAS AGRUPADAS
SOBRE CÉREBRO .
|
|
POR QUE O
CÉREBRO FICA NA CABEÇA?
COMO SE
FORMA A CABEÇA?
COMO É A CABEÇA POR DENTRO?
O QUE TEM DENTRO DO CÉREBRO?
|
|
O CÉREBRO
MANDA SANGUE PARA O CORAÇÃO?
|
|
COMO O
CÉREBRO FUNCIONA?
COMO O
CÉREBRO NOS AJUDA A PENSAR?
O QUE O CÉREBRO FAZ?
|
O formato da pesquisa dependerá também do suporte escolhido para
divulgação. O planejamento deverá sofrer alterações também por conta de outros
projetos de trabalho que ocorrem paralelamente com teatro e horta.
REFERÊNCIAS
Campinas (Cidade) S.M.E/Departamento Pedagógico .Diretrizes
Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens
e Adultos: Um Processo Contínuo de Reflexão e Ação. Campinas, 2011. Vol.
II. (mimeo)
São
Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Ler
e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas; professor
alfabetizador – 1a série / Secretaria da Educação, Fundação para o
Desenvolvimento da Educação; adaptação do material original, Claudia Rosenberg
Aratangy, Rosalinda Soares Ribeiro de Vasconcelos. - 3. ed. São Paulo : FDE,
2010.vol.I.
28 de agosto
História: A
história do cão
Estes jogos chegaram nas escolas durante a greve deste ano.
Na maior parte de nossas mãos ainda não chegaram.
Há uma dificuldade de colocar materiais à dispposição e suo dos professores nas escolas.
Jogamos e trocamos ideias de como usamos jogos na sala de aula:
- Grupos o dia todo e em um deles, jogos.
- Jogos nos grupos "de reforço" para que aprendam com jogar e ensinem aos colegas.
- Jogos no fundo da sala para quem terminar a tarefa proposta.
- Dois grupos com escrita e matemática e outros com jogos.
Separação entre palavras. Texto
emendado – produção de aluno. IN:
material Ler e escrever: Guia de
Planejamento e Orientações Didáticas – Professor - 3º ano – Volume I - p. 73 -
79.
Sequência didática: é um conjunto de atividades ligadas
entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de
acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de
seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e avaliação.
A Sequência Didática:
·
Trabalha
com os conhecimentos prévios dos alunos.
·
Permite
a interação de conhecimentos.
·
Promove
uma aprendizagem significativa.
Como ativar os conhecimentos prévios?
·
Oferecer
materiais estimulantes.
·
Saber
elaborar e interpretar situações-problemas instigantes.
·
Possibilitar
que os alunos teçam comentários e ponham em jogo tudo o que sabem.
Tarefa:
Elaborar uma sequência didática com o gênero textual escolhido para o ano, de
acordo com as diretrizes. Entregar o material escrito no dia 11 de setembro.
21 de agosto
1ª parte: Oficina trabalhando ortografia
Professora responsável: Emiliane
Emiliane nos trouxe uma atividade de análise de regularidades ortográficas: uso do R. Disse que costuma trabalhar com recortes de jornais e revistas e classificá-los com alunos.
Conosco, usou a música Rato, do Palavra Cantada.
Assistimos ao clipe, lemos a música...
Rato
Palavra Cantada
Vamo lá!!!
Todo rato tem rabo longo
Todo rato tem faro esperto
Todo rato curte escuro, lambe restos
Todo rato deixa rastro
Todo rato trai e mente
Todo rato assusta a gente
Todo rato anda em bando
São os ratos, são os ratos, são os ratos
Bem malandros...
Mas sempre tem um que é diferente
Tem sempre um que até surpreende a gente
Esse rato que aqui se mostra
É um rato que a gente gosta
É um rato que ao invés de catar
Lasquinhas de queijo e comer na rua
Prefere mil vezes um beijo
Um beijo brilhante da lua
Lua minguante Lua crescente
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer da noite escura
O nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha luz é passageira
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou inteira
Vem a nuvem me cobrir
Ela sim nuvem faceira
É que lhe fará feliz
Nuvem redonda que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer do céu imenso o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha sombra é tão nublada
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou parada
Vem a brisa a me diluir
Ela sim brisa danada
É que lhe fará feliz
Brisa macia
Que destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer do vento nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Mesmo quando sopro forte
Vem a parede a me barrar
Só a parede de uma casa
Não deixa a brisa passar
Ela sim dura parede
É que aprenderá te amar
Parede parada
Que para a brisa que destrói a nuvem
Que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da terra o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Meus tijolos são de barro
Mas não é difícil me esburacar
Mesmo sendo bem segura
Vem a ratinha me cavoucar
Só a ratinha bem dentuça
Saberá como te amar
Ratinha dentuça
Que cavouca a parede que barra a brisa
Destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da natureza o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
O meu faro é tão certeiro
Com você vou ser feliz
Mesmo não sendo perfeita
Eu sou a ratinha eleita
Fico toda aqui sem jeito
esperando um grande queijo...
OPS!!!
esperando um grande beijo...
Toda rata tem rabo longo
Toda rata tem faro esperto
Toda rata curte escuro, lambe restos
Toda rata deixa rastro
Toda rata trai e mente
Toda rata assusta a gente
Toda rata anda em bando
São as ratas, são as ratas, são as ratas
Bem malandras
Circulamos todas as palavras com a letra R e as classificamos por semelhanças, coletivamente, na lousa.
Criamos juntas, regras que auxiliam a escolha do uso de R ou RR nas palavras.
Para trabalhar com irregularidades melhor usar banco de palavras para consulta, na forma de cartazes ou vocabulário feito em caderno...
____________________________________________________________
Em duplas: leitura do texto “Gêneros textuais na sala de aula: entre modas e realidades” in: Revista Na Ponta do Lápis (p. 04-07);
1- Como estão trabalhando com os gêneros textuais em sua escola? Analise esta questão pensando nas cinco situações didáticas propostas pelo material do ler escrever:
- leitura feita pelo professor
- leitura feita pelo aluno
- comunicação oral
- produção de texto escrito
- análise e reflexão sobre o sistema de escrita
Tenho trabalhado com: bilhetes, receitas, divulgação científica, cartas, lendas, cartaz.
2- O que você entende pelo termo gênero textual?
Gênero textual agrupa características correntes d uso da língua escrita em determinado contexto social.
3- Elaborar uma definição do grupo.
De acordo com os PCN (1997), o trabalho com os gêneros textuais, nas propostas pedagógicas atuais, é considerado o eixo organizador das práticas de ensino de Língua Portuguesa:
Professora responsável: Emiliane
Emiliane nos trouxe uma atividade de análise de regularidades ortográficas: uso do R. Disse que costuma trabalhar com recortes de jornais e revistas e classificá-los com alunos.
Conosco, usou a música Rato, do Palavra Cantada.
Assistimos ao clipe, lemos a música...
Rato
Palavra Cantada
Vamo lá!!!
Todo rato tem rabo longo
Todo rato tem faro esperto
Todo rato curte escuro, lambe restos
Todo rato deixa rastro
Todo rato trai e mente
Todo rato assusta a gente
Todo rato anda em bando
São os ratos, são os ratos, são os ratos
Bem malandros...
Mas sempre tem um que é diferente
Tem sempre um que até surpreende a gente
Esse rato que aqui se mostra
É um rato que a gente gosta
É um rato que ao invés de catar
Lasquinhas de queijo e comer na rua
Prefere mil vezes um beijo
Um beijo brilhante da lua
Lua minguante Lua crescente
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer da noite escura
O nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha luz é passageira
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou inteira
Vem a nuvem me cobrir
Ela sim nuvem faceira
É que lhe fará feliz
Nuvem redonda que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer do céu imenso o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha sombra é tão nublada
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou parada
Vem a brisa a me diluir
Ela sim brisa danada
É que lhe fará feliz
Brisa macia
Que destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer do vento nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Mesmo quando sopro forte
Vem a parede a me barrar
Só a parede de uma casa
Não deixa a brisa passar
Ela sim dura parede
É que aprenderá te amar
Parede parada
Que para a brisa que destrói a nuvem
Que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da terra o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Meus tijolos são de barro
Mas não é difícil me esburacar
Mesmo sendo bem segura
Vem a ratinha me cavoucar
Só a ratinha bem dentuça
Saberá como te amar
Ratinha dentuça
Que cavouca a parede que barra a brisa
Destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da natureza o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
O meu faro é tão certeiro
Com você vou ser feliz
Mesmo não sendo perfeita
Eu sou a ratinha eleita
Fico toda aqui sem jeito
esperando um grande queijo...
OPS!!!
esperando um grande beijo...
Toda rata tem rabo longo
Toda rata tem faro esperto
Toda rata curte escuro, lambe restos
Toda rata deixa rastro
Toda rata trai e mente
Toda rata assusta a gente
Toda rata anda em bando
São as ratas, são as ratas, são as ratas
Bem malandras
Circulamos todas as palavras com a letra R e as classificamos por semelhanças, coletivamente, na lousa.
Criamos juntas, regras que auxiliam a escolha do uso de R ou RR nas palavras.
Para trabalhar com irregularidades melhor usar banco de palavras para consulta, na forma de cartazes ou vocabulário feito em caderno...
____________________________________________________________
Dentre os agrupamentos de algumas linguagens senti falta do "compartilhar" e coloquei isso para o grupo, conversamos um pouco sobre essa forma de entender a partilha de ideias "em rede", que na época em que o texto em debate foi escrito, não era tão forte. No compartilhar, podemos "expor", "instruir", "relatar" e "narrar"... de um modo peculiar.
1- Como estão trabalhando com os gêneros textuais em sua escola? Analise esta questão pensando nas cinco situações didáticas propostas pelo material do ler escrever:
- leitura feita pelo professor
- leitura feita pelo aluno
- comunicação oral
- produção de texto escrito
- análise e reflexão sobre o sistema de escrita
Tenho trabalhado com: bilhetes, receitas, divulgação científica, cartas, lendas, cartaz.
2- O que você entende pelo termo gênero textual?
Gênero textual agrupa características correntes d uso da língua escrita em determinado contexto social.
3- Elaborar uma definição do grupo.
De acordo com os PCN (1997), o trabalho com os gêneros textuais, nas propostas pedagógicas atuais, é considerado o eixo organizador das práticas de ensino de Língua Portuguesa:
“todo texto se organiza dentro de determinado gênero em função das intenções comunicativas, como parte das condições de produção do discurso, as quais geram usos sociais que os determinam. Os gêneros são, portanto, determinados historicamente, constituindo formas relativamente estáveis de enunciados, disponíveis na cultura” (PCN,1997, p.21).
Tarefa: Dentre os gêneros textuais sugeridos pela diretriz para o ano em que atua elabore um projeto para o trabalho com texto na sala de aula, para isso, analise o Guia do Ler Escrever do seu ano.
14 de agosto
História:
- Conversar sobre o filme assistido no encontro passado: Histórias Cruzadas
Discutir texto impresso das diretrizes de Língua Portuguesa
1- Como estão trabalhando com os gêneros textuais em sua escola?
2- O que você entende pelo termo gênero textual?
Trabalho para este semestre: Pensar no PARA QUEM da escrita.
O que é considerado significativo para a comundade?
Partilharemos nossas práticas: o quê?
Segmentação.
Trabalho com ortografia.
Gêneros textuais...
Assistimos a um vídeo do CEEL - Centro de Estudos em Educação e Linguagem .
Discutimos sobre o que seria um trabalho sistematizado com reflexão sobre textos na escola.
A escrita a auto-correção e a valorização do erro são temas importantes a serem tratados entre nós.
O trabalho de revisão de textos deve ser:
- coletivo
- individual com a professora e
- individual com um colega
Diálogos sobre Diálogos no Rio de Janeiro
Não participei do encontro do dia 7 de agosto.
Nessa semana estava no Rio de Janeiro participando do Congresso Internacional Diálogos sobre Diálogos, realizado em Niterói, no Rio de Janeiro.
No encontro do dia 14, Ítala e Dani, pediram que eu socializasse como foi o congresso.
A prosa foi boa e colocarei pouco dela aqui. Foi quase que uma defesa pela participação quase obrigatória de todos nós em congressos desse tipo.
Narrei um pouco de minhas aprendizagens por lá: da cidade maravilhosa, até o conhecimento do modo como funcionam as redes de ensino públicas e algumas de suas questões no Rio. Disse que tirei uma das tardes para visitar museus e em especial, disse de meu encantamento pela Biblioteca Nacional. Da notícia de que TODO LIVRO publicado no Brasil tem ma cópia na Biblioteca! A Biblioteca não impressiona apenas por seu tamanho, mas pelo trabalho lindo que realiza guardando tanta história de nosso país em páginas protegidas em seus cofres, digitalizadas de jornais, expostas em manuscritos...Estar alí e ver aquela arquitetura linda e pisar nos ladrilhos centenários que tantos de nossos escritores mais famosos pisaram foi mesmo uma emoção bem grande!
Estar alí com um grupo de professoras também!
As partilhas e a valorização do que nos propomos a partilhar não encontramos em nenhum outro espaço! Os congressos são lugares de encontro que precisamos valorizar mais!
Eis o resumo do trabalho que apresentei por lá:
Nessa semana estava no Rio de Janeiro participando do Congresso Internacional Diálogos sobre Diálogos, realizado em Niterói, no Rio de Janeiro.
No encontro do dia 14, Ítala e Dani, pediram que eu socializasse como foi o congresso.
A prosa foi boa e colocarei pouco dela aqui. Foi quase que uma defesa pela participação quase obrigatória de todos nós em congressos desse tipo.
Narrei um pouco de minhas aprendizagens por lá: da cidade maravilhosa, até o conhecimento do modo como funcionam as redes de ensino públicas e algumas de suas questões no Rio. Disse que tirei uma das tardes para visitar museus e em especial, disse de meu encantamento pela Biblioteca Nacional. Da notícia de que TODO LIVRO publicado no Brasil tem ma cópia na Biblioteca! A Biblioteca não impressiona apenas por seu tamanho, mas pelo trabalho lindo que realiza guardando tanta história de nosso país em páginas protegidas em seus cofres, digitalizadas de jornais, expostas em manuscritos...Estar alí e ver aquela arquitetura linda e pisar nos ladrilhos centenários que tantos de nossos escritores mais famosos pisaram foi mesmo uma emoção bem grande!
Estar alí com um grupo de professoras também!
As partilhas e a valorização do que nos propomos a partilhar não encontramos em nenhum outro espaço! Os congressos são lugares de encontro que precisamos valorizar mais!
Eis o resumo do trabalho que apresentei por lá:
O DIÁLOGO E O TEMPO: CONFLITOS NA APOSTA
RADICAL DE ASSUNÇÃO DOS SABERES DAS CRIANÇAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO.
Maria
Fernanda Pereira Buciano
SME
/ Campinas; GEPEC / FE - UNICAMP
Guilherme do Val Toledo Prado
GEPEC
/ FE - UNICAMP
Resumo:
Este trabalho
foi produzido por meio da pesquisa realizada no encontro de dois docentes, uma
da escola básica, outro universitário. Uma professora que se constituiu
pesquisadora do/no/sobre/com o trabalho pedagógico que realiza em diálogo com
tantos... alunos, alunas, professores e professoras. Outro professor, que sendo
há mais tempo pesquisador ousa parceria para investigação dessa mesma prática,
trabalhando na orientação da primeira.
Produto dessa
parceria foi a produção de uma dissertação de mestrado, analisando materiais
produzidos no período de 2008
a 2010 pela professora-pesquisadora de educação básica
com seus alunos.
Assim,
avaliaram a maneira como foi construído trabalho pedagógico em sala de aula a
partir de princípios pautados na concepção de diálogo encontrada nas obras de
Paulo Freire.
Esta análise
está imersa em um contexto de escola pública, organizada em ciclos, e
especificamente diz da experiência que vive a professora dos anos do ciclo
inicial de alfabetização, onde a organização do tempo é marcante nos debates e
no planejamento do trabalho pedagógico escolar.
O tempo de vida
das crianças, o tempo destinado aos conhecimentos vinculados ou não à
alfabetização e letramento, o tempo esperado para que se alfabetizem, ‘os
tempos’ exigidos por um trabalho que se pretenda dialógico... e - entre tantos
‘tempos’- o tempo das avaliações que fazemos do trabalho realizado na escola,
que também é um tempo de diálogo entre professora e alunos.
Partilhamos
essa reflexão sobre o tempo na organização do trabalho pedagógico, destacando
os conflitos gerados nas tensões vividas como parte constituinte do movimento
dialógico que busca ampliar espaços democráticos na escola. Tensões geradas
principalmente na maneira quando, de certa forma, tomamos o tempo como um dos
parâmetros usados para avaliações, a partir de ‘tempos extra-escolares’,
desconsiderando a história e o processo de elaboração das produções que
realizamos na escola.
Palavras-chave: Diálogo; Tempo;
Alfabetização; Conflito.
sábado, 13 de outubro de 2012
31 de julho
1.
História: Não confunda... Eva Furnari
2. Retomar a questão da provinha Brasil
pensando nas capacidades de leitura envolvidas nas diversas
práticas letradas (ROJO, p.4-6): capacidades de decodificação, capacidades de
compreensão (estratégias), capacidades de apreciação e réplica do leitor em
relação ao texto (interpretação, interação)
Capacidades de leitura
envolvidas nas diversas práticas letradas[1]
Como vimos enfatizando, diferentes tipos de
letramento, diferentes práticas de leitura, em diversas situações, vão exigir
diferentes combinações de capacidades de várias ordens. São elas:
Capacidades de decodificação[2]
• Compreender diferenças entre escrita e outras formas gráficas
(outros sistemas de representação);
• Dominar as convenções gráficas;
• Conhecer o alfabeto;
• Compreender a natureza alfabética do nosso sistema de escrita;
• Dominar as relações entre grafemas e fonemas;
• Saber decodificar palavras e textos escritos;
• Saber ler reconhecendo globalmente as palavras;
• Ampliar a sacada do olhar para porções maiores de texto que
meras palavras, desenvolvendo assim fluência e rapidez de leitura.
Estas são capacidades básicas, que em geral são ensinadas e
aprendidas durante o processo de alfabetização, nas séries iniciais do Ensino
Fundamental. No entanto, não se dão por si sós, sem a contribuição de outras
capacidades de compreensão, apreciação e réplica.
Capacidades de compreensão (estratégias)[3]
• Ativação de conhecimentos de mundo: previamente à leitura ou
durante o ato de ler, o leitor está constantemente colocando em relação seu
conhecimento amplo de mundo com aquele exigido e utilizado pelo autor no texto.
Caso esta sincronicidade falhe, haverá uma lacuna de compreensão, que será
preenchida por outras estratégias, em geral de caráter inferencial.
• Antecipação ou predição de conteúdos ou propriedades dos textos:
O leitor não aborda o texto como uma folha em branco. A partir da situação de
leitura, de suas finalidades, da esfera de comunicação em que ela se dá; do
suporte do texto (livro, jornal, revista, out-door etc.); de sua disposição na
página; de seu título, de fotos, legendas e ilustrações, o leitor levanta
hipóteses tanto sobre o conteúdo como sobre a forma do texto ou da porção
seguinte de texto que estará lendo. Esta estratégia opera durante toda a
leitura e é também responsável por uma velocidade maior de processamento do
texto, pois o leitor não precisará estar preso a cada palavra do texto, podendo
antecipar muito de seu conteúdo. Como dizia Frank Smith (1989), trata-se de um
“jogo de adivinhação”.
• Checagem de hipóteses: Ao longo da leitura, no entanto, o leitor
estará checando constantemente essas suas hipóteses, isto é, confirmando-as ou
desconfirmando-as e, conseqüentemente, buscando novas hipóteses mais adequadas.
Se assim não fosse, o leitor iria por um caminho e o texto por outro.
• Localização e/ou cópia de informações: Em certas práticas de
leitura (para estudar, para trabalhar, para buscar informações em
enciclopédias, obras de referência, na Internet), o leitor está constantemente
buscando e localizando informação relevante, para armazená-la – por meio de
cópia, recorte-cole, iluminação ou sublinhado – e, posteriormente, reutilizá-la
de maneira reorganizada. É uma estratégia básica de muitas práticas de leitura
(mas não de outras, como a leitura de entretenimento ou de fruição), mas também
não opera sozinha, sem a contribuição das outras que estamos comentando.
• Comparação de informações: Ao longo da leitura, o leitor está
constantemente comparando informações de várias ordens, advindas do texto, de
outros textos, de seu conhecimento de mundo, de maneira a construir os sentidos
do texto que está lendo. Para atividades específicas, como as de resumo ou
síntese do texto, esta comparação é essencial para medir relevância das
informações que deverão ser retidas.
• Generalização (conclusões gerais sobre fato, fenômeno, situação,
problema, etc. após análise de informações pertinentes): Uma das estratégias
que mais contribui para a síntese resultante da leitura é a generalização
exercida sobre enumerações, redundâncias, repetições, exemplos, explicações
etc. Ninguém guarda um texto fielmente na memória. Podemos guardar alguns de
seus trechos ou citações que mais nos impressionaram, mas em geral armazenamos
informações na forma de generalizações responsáveis, em grande parte, pela
síntese.
• Produção de inferências locais: No caso de uma lacuna de
compreensão, provocada
por exemplo, por um vocábulo ou uma estrutura desconhecidos,
exerceremos estratégias inferenciais, isto é, descobriremos, pelo contexto
imediato do texto (a frase, o período, o parágrafo) e pelo significado
anteriomente já construído, novo significado para este termo até então
desconhecido.
• Produção de inferências globais: Nem tudo está dito ou posto num
texto. O texto
tem seus implícitos ou pressupostos que também têm de ser
compreendidos numa leitura efetiva. Para fazê-lo, o leitor lança mão, ao mesmo
tempo, de certas pistas que o autor deixa no texto, do conjunto da significação
já construída e de seus conhecimentos
[1]
Rojo, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania.
[2]Os
descritores deste subtítulo foram, em sua maioria, retirados de material
intitulado Alfabetizando – Caderno 2: Orientações para a organização do ciclo
inicial de alfabetização, elaborado por equipe do Centro de Alfabetização,
Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação (FAE) da UFMG para a
Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE-MG).
Ver em http://www.fae.ufmg.br/ceale/caderno%202.pdf.
[3] No
próximo subtítulo, os descritores foram retirados dos crítérios de avaliação
dos Livros Didáticos de Língua Portuguesa (5ª a 8ª séries, PNLD/2005), tal como
figuram na Ficha de Avaliação da área, elaborada por equipe ligada ao MEC e ao
CEALE/FAE/UFMG, por mim supervisionada. Ver em http://www.fnde.gov.br/guiasvirtuais/pnld2005/index.html, Língua
Portuguesa.
____________________
3. Atividades em duplas: Descrição das habilidades dos níveis de desempenho e pesquisa/relato de atividades desafiadoras para o avanço.
Partilhei propostas de atividades com a profa Vanessa, que atua hoje, com um primeiro ano. Pensamos em atividades para crianças que escrevem com hipóteses silábicas ou silábico- alfabética e ainda não lêem.
Pensamos em trabalho com legendas de fotos, escrita de bilhetes para brincadeira de amigo secreto, advinhas (com e sem respostas ) e na confecção de um livrinho. Todas essas seriam atividades que envolveriam também a escrita, além da leitura.
____________________
3. Atividades em duplas: Descrição das habilidades dos níveis de desempenho e pesquisa/relato de atividades desafiadoras para o avanço.
Partilhei propostas de atividades com a profa Vanessa, que atua hoje, com um primeiro ano. Pensamos em atividades para crianças que escrevem com hipóteses silábicas ou silábico- alfabética e ainda não lêem.
Pensamos em trabalho com legendas de fotos, escrita de bilhetes para brincadeira de amigo secreto, advinhas (com e sem respostas ) e na confecção de um livrinho. Todas essas seriam atividades que envolveriam também a escrita, além da leitura.
Assinar:
Comentários (Atom)


.jpg)
.jpg)




